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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

COMPANHIA TEATRAL LUCCHEZE


O Teatro é uma das Artes que acompanha o homem desde tenras idades. Sendo uma Arte Educadora, o Teatro é visto por muitas instituições apenas com fins de datas comemorativas, por isso, muitos de seus objetivos previstos até mesmo no Parâmetro Curricular Nacional cai por terra e desvalorizado é apelidado de "teatrinho".

2005 - O surgimento do Teatro nas escolas públicas da Vila Redenção, foi em 2005 na Escola Municipal Marechal Ribas Júnior. A primeira aula dada foi no dia 12 de fevereiro (sábado) com a presença de cinqüenta alunos.
As aulas eram das 13:00 às 17:00 horas, somando um total de 4 horas consecutivas, tendo como professora Letícia Luccheze (primeira professora de Teatro da rede pública da Vila Redenção). E em meio aos educandos estavam Magda Vilela, Jhonny Felix, Larissa Queiroz, Rayssa Queiroz, Maraisa Carneiro, Adriel, Daniel Alves, Guilherme Henrique etc...

Letícia reconhecendo bons alunos/atores na Escola Municipal em Tempo Integral Marechal Ribas Júnior e no Colégio Estadual Cora Coralina, realiza então no dia 21 de abril no Colégio Estadual Cora Coralina, o I Festival de Teatro da Vila Redenção - Monólogos - Cenas Curtas. Tendo como objetivo de selecionar os melhores alunos/atores das escolas públicas municipais e estaduais do referido setor para a montagem do primeiro Grupo Teatral da Vila Redenção.

A locução do festival foi feita pela pedagoga Cristiana Barros e o júri foi composto por Lilian Americano (atriz), Július César Monteiro (dramaturgo), Meire Evangelista (atriz) e Josy Vieira (professora de Teatro na Casa do Teatro). Foram cinqüenta alunos/atores pré-selecionados em meio as aulas que concorreram a vinte vagas.O grupo é a fusão das escolas públicas da Vila Redenção. E todos os créditos são dados ao Colégio Estadual Cora Coralina, junto ao seu diretor Saulo (2006), a secretária Eny e as coordenadoras que devam liberdade de expressão e criação em meio espaço cênico em prol do desenvolvimento e do aprendizado dos educandos. O primeiro encontro dos selecionados no festival, foi dia 28 de abril, onde por meio de assembléia foi escolhido o nome do grupo. Depois de várias reflexões e votações surge a Companhia  Teatral Luccheze, nome sugerido por Gustavo Pimentel. Após este primeiro encontro ocorreu um almoço de confraternização. A COMPANHIA TEATRAL LUCCHEZE é composta de um elenco, uma diretora, uma professora, uma cabeleireira e uma costureira.

A partir do dia 11 de junho, por motivos de saúde, Letícia Luccheze entra em contato com Josy Vieira (deficiente visual e professora de Tetro) e a contrata para dirigir a Cia Teatral Luccheze. Letícia Luccheze e Josy Vieira estudaram juntas por dois anos na Universidade Federal de Música e Artes Cênicas. Em julho a Cia inicia um trabalho inédito em Goiânia que é o de realizar cenas curtas de 5 a 15 minutos de Teatro em escolas, abertura de shows, aniversários, pecuária, despedida de solteiro, festas infantis, datas comemorativas, empresas, rodeios, formatura e  eventos no geral.

IV Festival de Cenas Curtas de Teatro da FETEG, que aconteceu em 14 de julho as duas cenas cômicas que a Cia levou (“Galinha não tem Sexo" de Roberto Rassi e da cena "Farsa" de Amanda de Moraes), a infidelidade masculina foi tema marcante.  A cena “Farsa” ficou entre as três melhores cenas e também entre os três melhores testos inéditos. Jeferson Barbosa ficou entres os três melhores atores do estado de Goiás com a atuação na cena Farsa. E entre as três melhores atrizes de Goiás ficaram Laysla Braga, na atuação na cena Galinha Não Tem Sexo e Amanda de Moraes com a atuação na cena Farsa.

SINOPSE DA “GALINHA NÃO TEM SEXO”: o marido está no maior amasso com a esposa que interrompe, pois tem que ir para a academia. Ao ela sair ele continua os amassos só que agora com a empregada. Estão no alvoroço, quando a esposa retorna pois havia esquecido a chave do carro e flagra os dois. As duas saem aos tapas, depois de muito cansaço de brigar ela param.
E começam a conversar e descobrem que o marido tem mais uma outra mulher. Nisso entra a namorada que chega na casa e descobre que o namorado é mentiroso; pois ele é casado e ainda por cima tem caso com a empregada. As três mulheres colocam o marido no paredão para que ele decida com qual quer ficar. Em vez de escolher uma das três ele sai da cena dizendo que vai ficar mesmo com a ficante do 306.);

SINOPSE DA CENA “FARSA”: o namorado aguarda a chegada da namorada, quando surge uma outra mulher e começa a dar em cima dele. Nisso a namorada chega e observa a distância, chega ao um ponto do namorado e a outra se agarram aos beijos. A namorada que observava enfrenta a outra e inicia um pega pra capa, e em meio a briga a outra esfaqueia a namorada que cai morta.

O namorado em fúria vendo a namorada morta no chão pega a faca e vai pra cima da outra que em vez de levar facada leva é um tapa na cara, e depois começam a se agarrar novamente de forma ardente. A namorada morta levanta e novamente flagra os dois. O namorado descobre que elas são amigas e que tudo não passou de uma armação. O namorado infiel e ofendido termina o namoro e vai embora. Desolada a ex-namorada e ex-morta é consolada pela amiga que diz que depois elas arranjam outro otário.

No IX Festival de Poesia Encenada da FETEG, que aconteceu em 15 de julho, a Cia fica entre as duas melhores poesias (Uma Vida, Uma Prisão, quatro Paredes), nas categorias maquiagem.



FONTE:
http://www.leticialuccheze.com/historiadacia.htm

Um comentário:

Carlos disse...

Essa companhia é maravilhosa, assisti um espetaculo deles e algumas cenas, caso alguem esteja interessado entre no youtube e digite CIA TEATRAL LUCCHEZE e se delicie