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quinta-feira, 30 de julho de 2009

DIA DO ESCRITOR COMEMORADO COM POESIA

Com uma rica e intensa programação, a Biblioteca Comunitária do Calabar e a Avante homenagearam escritores baianos, representados pelos poetas Valdeck Almeida de Jesus, Marcos Peralta, pelas escritoras e contadoras de história Betty Coelho e Solange Folladore e pelo escritor Luis Augusto – Fala Menino - que direta ou indiretamente têm contribuído para o trabalho de mediação de leitura realizado pelos educadores da Biblioteca.

Foram quatro dias de interação entre leitores – crianças e adultos - e escritores. Emoções - risos, lágrimas... – marcaram o evento. Assim se expressou o poeta Valdeck Almeida: "Muitíssimo obrigado pela homenagem, pelas palavras, pelo carinho seu (Rodrigo) e de todos os meninos e meninas do Calabar... Fiquei muito feliz e emocionado com o evento".

Além da conversa com os escritores, das poesias declamadas e das histórias contadas por eles, houve Recital de Poesias pelos grupos 100% Calabar e Calabar Força Total - formados por crianças frequentadoras da Biblioteca; Tertúlia Literária, pela Sociedade Unificadora de Professores (SUP); e participação especial dos poetas Robson e Edgar Velano que declamaram Augusto dos Anjos, Castro Alves e textos de cordel.

O evento mobilizou a comunidade do Calabar e contou ainda com a presença de representantes da Escola Aberta do Calabar, da Associação Escolas Comunitárias (AEC), das Bibliotecas Comunitárias 7 de Abril, Paulo Freire, Ilha Amarela, Casa do Sol, do Instituto de Ciência e de Informação da UFBA (ICI), da Biblioteca Infantil Monteiro Lobato e de voluntários do Instituto C&A.
Por reconhecer a importância da parceria – apoio técnico e financeiro – do Instituto C&A, no projeto de fomento à leitura na comunidade do Calabar, a Biblioteca Comunitária do Calabar e a Avante homenagearam o Instituto representados, no evento, pelos gerentes das 6 lojas C&A de Salvador.

Sábado a tarde, em plena praça pública (Av. Centenário) poetas, crianças e educadores, numa grande e animada roda de poesias, encantaram aqueles que pela praça passeavam, recitando poemas de suas autorias, de Drummond, Mário Quintana, Fernando Pessoa, Gonçalves Dias, Cecília Meireles, dentre outros poetas.

Fonte: Emredando Leituras

http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1024&num_release=6399

http://www.difundir.com.br/site/c_mostra_release.php?emp=1024&num_release=6399&ori=V

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=1725168

quarta-feira, 29 de julho de 2009

NA PASSARELA DO SAMBA

Yasmine Tainá Moreira da Silva Ramalho, nasceu a 29/08/1990. Quando nasceu, seu pai estava desempregado; e esporadicamente arranjava um “bico” para que não faltasse nada em casa. A situação foi se estabilizando e Yasmine teve que aprender a cuidar da casa sozinha e dos seus afazeres escolares. Seus estavam fora trabalhando. Na escola ela foi discriminada por parte de alguns alunos, mas isso não a abalou. Seu primeiro contato com a música foi no porão onde seus pais costumavam dançar ao som de antigos LPs de Samba-Rock.

Aos 8 anos passou a ter aulas de Ballet e canto em um coral. Aos 12 anos teve que interromper, porque sua mãe não estava podendo pagar. Yasmine começou a se inteirar pelos projetos comunitários do bairro que ofereciam aulas de Jazz, Street Dance e Dança do Ventre. Aprendeu danças afros com o grupo “Omo-Ayê”.
Em 2003 foi passista da Escola de Samba Império da Casa Verde. No ano seguinte seu pai a proibiu de desfilar. Em 2005 desfilou na Unidos do Peruche. No ano seguinte, na mesma escola, conquistou o 2° lugar como Princesa da Bateria. Em 2007 foi Madrinha da Bateria na Escola de Samba Marujos da Zona Sul, de Jundiaí (SP), onde seu irmão era um dos diretores.
Novamente, em 2008, voltou a desfilar no Peruche, onde conheceu Felipe, um carnavalesco de Santo André (SP). Ele queria vê-la desfilar em alguma escola de samba de Santo André. Entretanto ela não pôde aceitar, porque a comissão de frente do Peruche já havia lhe convidada a ser Princesa da Bateria da TUP (Torcida Unida do Palmeiras). Em 2009 recebeu um telefonema de Felipe convidando-a a participar no concurso de Rainha do Carnaval de Santo André...Yasmine conquistou o título!!
Hoje, além das passarelas do samba, é “backing vocals” no grupo de pagode Metiê, atriz e modelo fotográfico. Entre seus autores favoritos estão: Machado de Assis e Vítor Hugo.

Contatos:
minetaina@gmail.com

sábado, 25 de julho de 2009

E DEUS ME CARREGOU NOS BRAÇOS...

Assim, com amor, reconhecimento e gratidão, quero deixar meu testemunho de mulher cristã, que recebeu o grande milagre de estar viva após sofrer grave queda em uma escada, e poder continuar louvando e agradecendo dia após dia ao Senhor Deus, que me concedeu este verdadeiro livramento! Gloria ao Senhor!
Quero, abraçando bem forte e com muito carinho a todos que me socorreram, em especial aos médicos que me atenderam com muito carinho e dedicação, deixar meu sincero agradecimento. Agradeço também a todos que oraram pelo meu restabelecimento. À minha família querida, que me acolheu e cuidou de mim com tanto amor e carinho, eu só posso dizer: Deus lhes pague e abençoe a todos!

Agradeço também todas as visitas e telefonemas de pessoas amigas e que me querem bem... Retribuo feliz, com todo amor e com muitas orações diariamente. Obrigada também às minhas queridas colaboradoras que me ajudaram muito e peço a Deus que as fortaleça. Todo louvor, honra e glória cantarei enquanto viver por este jardim lindo e florido que Deus plantou em minha vida.
Flores coloridas e perfeitas, de pétalas macias, sedosas, e perfumadas de cores vivas e brilhantes, de rosas, begônias, violetas e de cravos, lírios e jasmins, que são meus seis filhos lindos e saudáveis, que me deram juntamente com meus quatros genros e minhas duas noras, 15 encantadores netos, incluindo seus esposos que, para encantar e perfumar ainda mais este jardim da minha vida, me deram 18 bisnetos maravilhosos, graças a Deus!
E foi também por isso que o Senhor salvou a vida desta serva, para ela continuar orando e regando, cuidando e curtindo com alegria e muito amor esta graça tão grande! E agora termino feliz ainda com a certeza que terei no Céu um jardim de grande beleza e maravilha, muitas vezes mais florido e perfumado, porque foi plantado por Deus e por seus anjo e que lá espera a todos salvos e libertos do pecado pelo sacrifício na cruz do seu único e amado Filho, Jesus!
Obrigada meu Deus por esse milagre!

*Zininha Neves é poetisa e compositora

ALGO DA NATUREZA

*Guilherme Barbosa

Que linda manhã de abril
Além da serra surge o sol
Era como um tempo primaveril
Embaixo um rio caudaloso fazendo caracol
Nas campinas ovelhas pastam num campo pastoril
Oh minha infância querida
Tempos bons de minha vida.

Me lembro ainda quase de madrugada
Eu e toda a garotada
Andávamos por sendas e veredas tropicais
Coisas que eu não esquecerei jamais
Mas de tudo isto me restou uma lembrança
Que eu ainda bem criança
Já sabia que Deus é Amor e Bondade
E o que Ele faz não é apenas caridade.

Ele criou o mundo num gesto de Amor
Para que ninguém venha a ter dissabor
Mas que vivam todos contentes e felizes
E que esta felicidade sempre crie raízes.

*despachante, escritor e poeta

PAULO FUMAÇA & IVAIR SANTANA

Formada em 2004 na cidade de Machado, a dupla Paulo Fumaça & Ivair Santana vem alegrando com seu estilo (Teodoro & Sampaio) e (Barreirito), a Feira Sertaneja, um grande evento que valoriza as duplas de Moda de Viola da região. 

O sonho de ambos é de lançar um CD com composições próprias e conquistar o mercado muito competitivo.


Contatos: (35) 8845-9310 (Machado-MG)

NOSSOS JOVENS ESTÃO MORRENDO

*Anita Diniz

Começo o polêmico assunto com algumas perguntas:
Por que na época dos nossos avós essa era uma notícia raramente vivenciada? Será por uma educação rígida? Princípios e valores opostos ao que agregamos à sociedade nos dias atuais? Talvez...
Presenciamos um notável índice de jovens envolvidos em acidentes de trânsito nos quais muitos perdem suas vidas, quando na verdade deveriam estar atrás de seus sonhos juvenis.
O que me desperta outra grande dúvida: para onde foram os sonhos que encantavam essa mágica passagem em nossas vidas? Quando nos meus 15 anos, enquanto sonhava com o que seria quando adulta...
Hoje com a mesma idade traçam seus caminhos por estradas muitas vezes irreversíveis.
Enquanto brincava de “salada de fruta” atrás do banheiro da escola, hoje, aos 15 anos muitos são pais de família ou mães abandonadas à própria sorte. Sem perspectiva alguma se transformam em adultos com poucas possibilidades de serem equilibrados; daí surge a desestrutura familiar, o que visivelmente vem abalando nossa sociedade.
Não justificando este insano ato, o que leva um pai autorizar uma criança aprender a dirigir?
Quando autorizam o pequeno jovem tomar frente de um automóvel, não imaginam qual será a conseqüência?
Quando foi citado que o jovem tomou posse do carro da família sem autorização, o que veio de imediato ao pensamento foi: como ele houvera aprendido a manusear o automóvel?
Acredito eu, um preço muito alto para uma inútil vaidade humana...

* Poetisa e contista (Machado-MG)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O Rio Nilo, Histórico e Milenar (Enfoque Geral)


O RIO NILO, HISTÓRICO E MILENAR

* José Guilherme Barbosa


Caros leitores:


Aqui no Brasil temos vários rios interessantes e de importância vital para determinadas populações. Mas neste meu artigo eu quero fazer alguns comentários sobre um rio africano, o Nilo. Ele nasce na Tanzânia, formando à leste do país, uma enorme barragem, e depois segue rumo aos países, Ruanda, Uganda, Sudão e Egito, indo desaguar junto ao mar mediterrâneo, na cidade egípcia de Alexandria. O Nilo é para o africano, o mesmo que o Rio São Francisco é para o nosso povo nordestino.

O Nilo atravessa quase a metade do continente africano, sendo de suma importância para esses países aqui citados. Os africanos aproveitam o máximo de suas águas para a navegação, pescaria, e também para irrigação, pois grande parte do continente é de terras secas, o que requer esta tarefa de constantes irrigações para que produzir pastagens, alimentos e até mesmo viabilizar o fluxo de águas na região. Os cinegrafistas de grande parte do globo estão sempre produzindo filmes sobre a importância do Nilo pelos motivos aqui apresentados.
Este rio se apresenta em alguns pontos com água limpa; mas há lugares onde são extraídas pedras de construções e indústrias extrativas de areia, tornando suas águas turvas e barrenta. Mão rio continua no seu trajeto pelo continente a fora, recebendo vários afluentes. Da metade do Sudão até o final do trajeto em Alexandria, no Egito, este rio vai só crescendo, e chega a ter lugares em que atinge uma largura de vários kilômetros de largura.
O Nilo passa por aldeias, por grandes e pequenas cidades, povoado;s e uma das partes mais interessantes é quando recebe águas turvas do Rio Okavango. Este tem uma história muito interessante: ao meio de suas águas flutuam ferozes crocodilos de até 6 metros de comprimento. Eles flutuam disfarçados como toras de madeira, procurando um canto do rio para se aglomerarem e ficarem a espreita de suas presas, como gnus, antílopes, veados e gazelas. As imagens chocam até mesmo o mais experiente cinegrafista.

* Escritor e despachante (Machado-MG)

domingo, 19 de julho de 2009

REFORMAS À PARTE, A LÍNGUA FICOU AINDA MAIS CONFUSA...

Será que a reforma da língua portuguesa foi esmo boa? Será que vai facilitar a vida de todos os países que falam a nossa língua?

Eu tenho cá minhas dúvidas: por exemplo, quando Jesus disse que nos amássemos uns aos outros, será que Ele queria dizer que nos amássemos ou que nos amassemos? Dependendo da circunstância, dá mais vontade de usar a segunda opção...

Quando eu digo para alguém que está cheio de problemas, para que fique “tranquilo”, não seria mais fácil dizer “trankilo”?... (já que o K, Y e W agora fazem parte de nosso abecedário...). Ou seria “tranqüilo”? Ah! mas o trema acabou...


Quando eu quero um pedaço de queijo, poderia dizer: “Kero um pedaso de keijo...” Onde fica o “ç” (c cedilha) no alfabeto? Eu nunca achei... Isso existe?

Se quiserem facilitar a vida de verdade, deveriam usar o “z” em todos os lugares onde o “s” está ocupando seu lugar; então, o certo seria “Kizesem”?
E o hífen, então? Nada tem lógica... quase tudo é exceção?
Olha! Encontrei outra dúvida: “exceção”. Como é que o “x” está ocupando o lugar do “s”? Deve ser por isso que o primeiro “s” foi ficar pertinho do segundo... (é porque o “x” não “kis” nem saber se era lugar dele ou não e, foi logo tomando o lugar do pobrezinho...) O “x” é mesmo abusado...

O coitado do “z” já faz tempo ocupa o último lugar no ABC... Isso vai longe!!!

Nas ruas, as “mini-saias” diminuem a cada dia, mas aumentam as letras, pode? –“minissaia”...

As regras estão mesmo estranhas... Acho que precisamos convocar muitos “contrarrrrregras” para tentar “fasilitar” pra valer...

Eu estou na maior confusão, e você?


*Rhosa Ferreira artista plástica, escritora e poetisa (membro da Academia de Letras de Machado-MG)

Contato: (35) 3295-6481 ou 9922-6481

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ÚLTIMAS PALAVRAS

O garoto nascido Clayton Rogério Cassemiro a 18 de junho de 1980 em Machado-MG começou a tomar gosto pela leitura através dos livros da Coleção Vaga-Lume. Além de pequenas estórias criadas pela sua fértil imaginação, os poemas passaram a compor o seu dia-a-dia. O primeiro foi “Últimas Palavras” – dedicado a seu avô que havia perdido a visão. Clayton passou a guiá-lo pelas ruas, e por onde passava, era identificado como “o menino que guiava o velhinho”.

Participou de vários concursos de poesias, inclusive o Concurso de Poemas, Contos & Crônicas, organizado pelo site www.giraldo.com, ao lado de poetas de vários países sendo classificado em 10° lugar. Com o patrocínio do Dr. Ricardo Rebello e do jogador Marquinho (ex-PSV Eidenhoven), Clayton realizou o sonho de publicar seu primeiro livro, intitulado “Dizendo a verdade eu sou você”. É fundador do SIM (Somos todos Imitadores de Maria), uma comunidade de jovens da Renovação Carismática.
Por defender seus ideais políticos, Clayton filiou-se ao Partido Progressista, tornando-se mais tarde seu presidente.

Atualmente Clayton está estudando as doutrinas kardecista (Espiritismo). Admira os escritores Paulo Coelho, Lauro Trevisan e Fernando Pessoa. Seus próximos projetos incluem o lançamento do seu segundo livro ”Magia de Amor” e um Curso de Motivação.

“Se os artistas procurassem se valorizar, seus objetivos seriam atingidos. É preciso olhar para dentro de si, enxergar a si mesmo..." Como disse Jesus: “Todos nós precisamos encontrar a pedra maravilhosa que nós temos. Ao encontrá-la não iremos empobrecer ninguém. Essa pedra é a fé, a vontade e a persistência“. Concluiu o jovem escritor.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

ARITMÉTICA DO AMOR

Toca o telefone.
- Alô?
- Oi, Arnaldo. - com um tom azedo.
- Oi querida, tudo bem? - intrigado.
- Na verdade não, Arnaldo Antônio Gusmão! Precisamos conversar e sério.
Ele pensa, - Nome completo, xiiii, lá vem bobagem...
- O que foi agora querida?
- Não me venha com querida Arnaldo. Já faz nove anos que você me enrola, entre namoro e noivado, agora já chega, você decide se casa ou compra uma bicicleta.
- Casa ou compra uma bicicleta? Já vi que tem o dedo da coruja velha na história.
- Não fale assim de minha mãe Arnaldo! Mas, realmente conversei com ela e decidi dar um basta nesta nossa mal fadada história, ou você casa ou esta tudo acabado. - chorando.
- Calma querida, vamos conversar... - ouve a batida do telefone.
Sentado em sua poltrona abre uma lata de cerveja e se entrega a seus pensamentos.
Velha dos infernos mesmo, sempre se metendo. - da um gole na cerveja. Estava tudo bem, a Claudia já não falava em casamento fazia um bom tempo. Mas a jararaca tinha que meter o bedelho. Pensando bem, foi até bom. Agora posso me dedicar e dar mais atenção as minhas "pombinhas". A Aninha da padaria, que boca. A "polaquinha" do escritório de contabilidade, que seios. A "Sandrinha" do 301, que bunda. - da um longo gole na cerveja. É, mas a Claudia eu conheci com quinze aninhos. Ela é inteligente, bonita e tem um corpaço e eu gosto dela. O problema é aquela velha louca da mãe dela. - da outro gole na latinha que esta quase vazia. É, mas já tenho trine cinco anos, esta na hora de sossegar, e no mais tem o carro que quero comprar e só com o meu salário não dá. - da o último gole na cerveja. Tenho que pensar de forma clara e racional neste assunto.
Levanta vai até a geladeira a apanha outra lata de cerveja. Senta novamente na poltrona abre a latinha, da um longo gole e volta aos seus pensamentos.
O que vou ganhar e o que vou perder casando? - da um gole na cerveja. Em relação à "mulherada" não vai mudar muita coisa, pois mesmo casado vou poder continuar dando minhas escapadas, ponto positivo. Terei roupa lavada, comida e a Claudia sempre em casa quando chegar do serviço, mais um ponto a favor. Por outro lado perderei minha liberdade de chegar à hora que quiser sem dar satisfação a ninguém, ponto negativo. Mas em compensação não terei que aturar aquela velha coruja, toda vez que vou ver a Claudia, nem mesmo olhar para cara dela, talvez aos domingos mas isto eu agüento. - da outro gole na cerveja. E tem é claro a questão financeira, que é aritmética, matemática pura.
Eu ganho R$ 1200,00 reais limpo por mês, a Claudia ganha R$ 1600,00 reais limpo por mês o que dá R$ 2800,00 reais. De aluguel iremos gastar uns R$ 700, 00 reais. De Água, luz e telefone mais uns R$ 300,00 reais. De comida, minha cerveja, não vai passar de R$ 400,00 mês. O meu carro novo, popular, mas zerinho, mais R$ 800,00 reais. Sobrarão ainda R$ 600,00 reais para gastarmos, da para comer fora uma vez por semana. - da um longo gole na cerveja. Como eu nunca pensei nisto antes, como sou burro! - termina com o restante de cerveja na lata.
Pega o telefone apressado e liga para a noiva.
- Alô?
- Com quem gostaria de falar? - com voz de desdém por ter reconhecido o futuro genro.
- Oi dona Solange. A Claudia está?
- Não deveria, mas vou chamar.
- Alô. - com voz de quem estava chorando.
- Oi, amor! Você não me deixou falar.
- E o que você tem para me dizer Arnaldo Antônio Gusmão.
- Amor, não fala assim. Você sabe que eu te amo. Sem você eu não vivo. Parece que falta um pedaço de mim. Quando você disse que estava tudo acabado foi como se o chão sumisse de baixo de meus pés. Se você algum dia fizer isto eu acho que morro.
- Eu sei amor, mas eu não agüento mais viver longe de você. Eu quero casar ter nossa casinha, nossas coisas.
- Você esta certa amor! Pensei muito a respeito de tudo e cheguei à mesma conclusão que você. Esta na hora da gente juntar nossos trapinhos. É só você marcar a data que nós casamos. Se quiser vamos agora mesmo ao cartório.
- Arnaldo não brinca. Você esta falando sério?
- Dou minha palavra de honra. Querida, homem que é homem quando empenha sua palavra não volta atrás.
- Ai, amor que felicidade. Você me fez a mulher mais feliz do mundo!
- Eu sei amor. Então quando vai ser amanhã?
- Calma, querido. Vamos fazer as coisas direito. Vou mandar fazer o vestido de noiva, falar com o padre, ver a decoração da igreja, mandar fazer os convites do casamento, a lista de convidados que serão muitos, as damas de hon...
- Mas querida, isto não vai ficar muito caro?
- Não se preocupe querido. É tudo uma questão matemática. Aritmética pura. Já fiz todas as contas e com o que eu ganho mais o que você ganha não teremos problemas para pagar. Talvez nos apertemos um pouco no primeiro ano de casado, mas isto não se compara a nossa felicidade, não é mesmo amor?


*Mark Brunkow é poeta
markbrunkow@yahoo.com.br

quarta-feira, 8 de julho de 2009

CULTURA NA CALÇADA

CULTURA NA CALÇADA- Proporcionar o acesso à cultura de forma gratuita, com performances teatrais e exposições de artistas na calçada, além de apresentações musicais em um palco inusitado: uma banca de revistas. Esse era o desejo do casal Jeová e Simone Guimarães, que há três anos idealizou o projeto Cultura na Calçada. Desde então, a Banca Totaro, que vende revistas e jornais, passou a oferecer cultura para quem estiver disposto a conhecer um novo universo de talentosos artistas que surgem em cada esquina de Belo Horizonte.
Antigos permissionários da banca, que fica localizada na Avenida Brasil 458, no bairro Santa Efigênia, Jeová e Simone organizaram, com sucesso, 12 edições do Cultura na Calçada, sempre com o apoio dos comerciantes e dos moradores da região. Sem fins lucrativos, a proposta é fazer das bancas pontos alternativos de cultura, além de abrir espaço para novos talentos. Para Jeová, o objetivo é resgatar o encanto das bancas de revistas e incentivar a cultura. “Queremos promover o encontro de pessoas, de forma harmoniosa e respeitosa.
Tudo isso embalado por boa música”, afirma. Desde a primeira edição, realizada em agosto de 2006, dezenas de músicos já apresentaram seus trabalhos dentro da banca, entre eles nomes conhecidos, como Ricardo Koctus, baixista do Pato Fu, que acaba de lançar seu primeiro álbum solo, e o guitarrista Affonsinho. Artistas da nova geração, como Gabriel Guedes e a banda Rocknova, também passaram pela Banca Totaro, que, além de música, abriga exposições e inserções de artistas plásticos, pintores, grafiteiros, caricaturistas, poetas e escultores. Na platéia, que se ajeita em cadeiras de plástico ou mesmo no chão, estão profissionais ligados às artes, formadores de opinião e pessoas das mais variadas faixas etárias, interessadas em todos os tipos de expressões culturais.
Jeová e Simone Guimarães são conhecidos da cena musical belo-horizontina. Presentes em vários eventos, eles conhecem como poucos o que se produz culturalmente na cidade, e escolhem a dedo os artistas que se apresentam na banca. Para dar espaço ao maior número de profissionais, que não cobram cachês, ninguém toca por mais de duas vezes consecutivas no evento. E o retorno após a primeira apresentação é definido de acordo com os pedidos do público. Por isso, a Banca Totaro é um dos principais espaços para os artistas independentes da capital mineira, e o evento Cultura na Calçada uma grande oportunidade para o acesso irrestrito e gratuito ao melhor da arte produzida de forma séria e profissional na cidade. Por: DANIEL GOMES (NENEL baterista da ROCKNOVA).
SOBRE MIM:
Começamos a preparação de mais um CULTURA NA CALÇADA, em sua décima terceira edição. Com isso, estamos captando parceiros para apoio cultural e financeiro. O evento será realizado em Agosto, na Banca Totaro, localizada à Avenida Brasil 458, Santa Efigênia. Oferecemos ao patrocinadores a divulgação de sua logomarca por meio de cartazes, banners, flyers, bem como em nossas redes sociais na internet (orkut, myspace, flogão) e em nosso ''Bulitim (sic) Semanal''. A expectativa de público para essa edição é de 1.000 a 1.500 pessoas, que assistirão a 6 shows realizados dentro da Banca, além de exposições de artistas plásticos, lançamento de livros e revistas. Qualquer forma de apoio é bem vinda, uma vez que o evento não visa o lucro, e sim, mostrar o que há de bom no cenário artístico em BH. O objetivo maior é ampliar e fazer reconhecer o nosso rico cenário cultural, de forma gratuita.


*Caso haja interesse, nos colocamos a disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários através do telefone (31)9131-8908, e-mails : banca.totaro@gmail.com jeova.teixeiraguimaraes@gmail.com . Agradecemos a atenção dispensada e aguardamos contato. PAZ e "picolés de alegria"! Jeová Guimarães Promotor de

*Banca TOTARO, localizada na Av. Brasil 458, em Santa Efigênia. Contatos através do telefone (31) 9131-8908 / banca.totaro@gmail.com / jeova.teixeiraguimaraes@gmail.com *

FONTE: http://www.myspace.com/bancatotaro

POLI-GRAFIA

O radical grego mono significa “um só”. O que me leva a inferir que palavras como monografia fundamenta-se em ser realizada, em sua essência, somente por uma pessoa ou algo único, ou seja, que não tenha a presença ou interferência de terceiros ou segundos, literalmente falando.

As universidades, privadas ou não, estão abrindo concessão para efetivação de uma espécie de “poligrafia”. O curso de Educação Física, de uma maneira geral, tem se mostrado adepto a esta prática. Seguindo etimologicamente o conceito de poli, “muito”, tais estudos científicos são produzidos por duas pessoas ou mais amparadas por decisões tomadas por coordenadores e/ou professores semestralmente que talvez achem menos trabalhoso analisar investigações relativas à ciência feitas por grupos ao invés de individualmente.

Aproveitando que este espaço é democrático, gostaria de atentar aos alunos que pretendem ter uma dupla quando for coletar dados para suas monografias, e, por conseguinte finalizá-las, que reflitam um pouco sobre o assunto tratado, pois é baseado num estudo individual porque é de fato individualizado. Não é um trabalho de grupo normalmente feito por universitários. É algo mais substancial que pode render, além de dinheiro, um prestígio entre bacharéis, doutores e mestres.

Em suma, é bem mais fácil e tranquilo fazer trabalhos cujo esforço seja dividido, mas é tão valioso trocar um projeto de final de curso feito por você e mais alguém por outro que só você pesquisou e unicamente você terá autoridade pra argumentar e debater com quem se interessar em lê-lo? Pense nisso.

*Tamyris Torres é estudante do 8º período de Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Castelo Branco, atua como repórter fotográfica, colaboradora da Folha Universitária - UCB, estagiária do Laboratório de Fotografia – UCB. Possuí experiência em assessoria de imprensa e redação.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

RONNY E MARCUS (e Banda)

Nascido em Campestre-MG, Ronnyel Ornélio Martins cresceu no bairro São Luís (zona rural de Machado-MG). Desde cedo gostava de ouvir seu pai (Ornélio Martins) e um amigo tocar os grandes clássicos da música sertaneja. Esse encontro com as raízes do campo e a prática com o violão, foram essenciais em sua vida.

Marcus Vinícius da Silva tinha muita facilidade em compor letras, poemas e redações. Participava constantemente em todos os concursos realizados na escola. O primeiro contato com a música rural ocorreu quando sua mãe (Meire da Silva) deixou um “radinho” ligado sobre a pia. Assim que o locutor anunciou, “Saudades de Minha Terra”, de (Liu & Léu), o pequeno Marcus encontrou o seu caminho.

A trajetória da dupla tem início quando Ronny ainda tocava num grupo de oração, que se reunia todas as quintas-feiras numa escola do bairro São Luís. Leidyamara – uma das integrantes e prima de Marcus Vinicius – estava segura de que ele e Ronny poderiam formar uma ótima dupla. Na semana seguinte Marcus foi à reunião. Depois de uma longa conversa sobre música e carreira artística, eles cantaram perante aos membros ali presentes, um grande sucesso de João Paulo e Daniel, “Desejo de Amar”. Nascia, a partir daquele instante, a dupla Ronny e Marcus, uma das grandes promessas do Sertanejo Universitário.
A primeira apresentação foi na Feira Sertaneja de Machado, organizada pelo “Faísca”, grande empreendedor musical. Depois no Festival Sertanejo do empresário Zé Caixeta. Tudo estava indo bem, porém faltava-lhes uma banda de apoio.
Quando souberam que uma bateria estava sendo vendida, juntaram suas economias para adquiri-la. Por não saberem tocá-la, passaram a ser alvos de chacotas. Com a adesão de Betinho (violão solo), os arranjos musicais tiveram grandes mudanças. Outros membros depois foram recrutados: Alexandre (bateria), Fernando (baixo), Marcelo (teclados), Lucas (violão base) e Wagner (roadie). A finalização do logotipo ficou a cargo de Vaniamara – talentosa designer e prima de Marcus Vinicius.

A dupla conta com a assessoria musical do empresário, José Antônio Pereira. Ele revelou que quando ouviu na Rádio Montanhesa FM, a música “Coração Condenado” (de Marcus Vinicius), tratou imediatamente de contactá-los. Ele propôs algumas mudanças, tanto no vestuário, quanto na receptividade e postura em palco. Entrevistas no programa “Machado Agora” (da Montanhesa FM) foram marcadas e apresentações em Paraguaçu, Poço Fundo, Carvalhópolis, Machado e Monsenhor Paulo (MG)confirmadas. Nesta última, em 19 de junho, eles fizeram um show fechado para um grupo de 120 empresários da região.
A dupla também participou no Concurso regional “Astros”, em Poços de Caldas-MG. Na segunda fase, a apresentação foi no Complexo Anhanguera do SBT em São Paulo, mas a dupla não chegou ao final. Além de abrirem o show de João Pedro e Cristiano; Ronnie e Marcus cantaram juntos com João Henrique e Gabriel, o clássico “Saudades da minha Terra”. O primeiro DVD ao vivo da dupla foi gravado no dia 12 de junho, no Clube dos 30 em Machado.

“Agradecemos o total apoio dos patrocinadres; nossos familiares, amigos e fãs, pois sem eles não chegaríamos até aqui”.

CONTATOS:
(35) 8801-1067 / 9995-4550
marcusvinny10@bol.com.br
www.myspace.com/ronniemarcusebanda


Foto ao vivo: www.agitohits.coom.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

PRATO DO DIA

Hoje o almoço foi arraia, mais precisamente, moqueca. Uma delícia! Moqueca extremamente temperada e molhada, acompanhada com arroz. E como sou bem cearense meu prato levou feijão. Gosto dessa mistura. Posso até dizer sem sombras de exagero que preciso dessa combinação. Um dia sem feijão parece-me um dia vazio... Não o vazio como o vazio que ficou depois de sua partida. Mais um dia vazio como o dia de quem não almoçou ou quando o almoço é pouco. Pessoas com dieta devem entender bem desse vazio de que falo. Pessoas com dieta... dieta...
De repente, imaginei uma nova doença macabra, incurável e extremamente contagiosa. Já notou que quando existe alguém em dieta todo o ambiente procura imediatamente ficar magro e quase que num mesmo milésimo de segundo todos os neurônios de todos os mortais a um raio de 20 metros do ser em dieta passa a buscar em suas memórias todas as mandingas para emagrecer? Definitivamente, dieta é contagiosa. E por favor, não coloque culpa nos gordos! Eu não agüentaria outra desilusão! Mas, era su-cu-len-ta! A moqueca. Não a ausência que você sem querer, deixou.

Água na boca antes de comer. Gosto no arroto depois. O dia inteiro com o gosto na boca... Vai ver que é assim o protesto da arraia. Deixarmo-nos o dia inteiro com seu gosto forte no paladar. O gosto fica e me lembra de que é um gosto do passado. De um guloso momento de prazer. Mas, lembro também que a arraia está morta e literalmente virou comida não de peixe, mas de gente. Aí o gosto começa a causar desconforto, mal estar, ânsia. E nem todo dentifrício do mundo o elimina.
Porque o gosto não está nos dentes nem na língua. Ele vem do estômago para a boca. Será que todos os gostos do passado ficam inconvenientemente amargos? Talvez, seja essa metáfora do amargo com o passado que nos faz lutar desesperadamente para nos livrarmos das lembranças. Coisa cruel é lembrança. Cruel e teimosa. Arteira também. Quando percebemos lá está ela de novo no presente. Lembrando, no presente, o passado... como agora, neste meu instante descuidado...

Mas, voltemos a falar de arraias. Tão impetuosas! Mais ave do que peixe! Penso que sejam rainhas do mar. Gosto do mar, das ondas e queria andar como astronauta no fundo do oceano. Saber dos peixes e das pedras e fazer meu cabelo como algas: bailarinas enraizadas. Brincava assim quando criança. Ainda brinco, é que são cada vez mais esparsas as minhas idas à praia. Deitava entre as pedras – naquelas piscininhas que o mar forma pra mostrar que não precisa de azulejos quando quer nos acolher – esticava as pontas do cabelo e ficava olhando: fios dourados nadando.
Pensava em peixe, algas, plantinhas e secretamente imaginava que, na verdade, na verdade, eu era uma sereia que se perdeu em uma noite de maré cheia e que ficou na terra sem rabo de peixe. E quando eu nado no mar, com pernas juntas, secretamente relembrando meu rabo de sereia, quem olhar com precisão vai perceber que minhas pernas quando unidas mostram as nadadeiras que possuem nas pontas... Nasci às 19h30min de uma segunda feira. Então faz sentido eu ter me perdido – quando era sereia – numa noite de maré cheia...


*Klycia Fontenele é jornalista, contista e poetisa
E-mail: klyciafontenele@gmail.com

quinta-feira, 2 de julho de 2009

ADRIANA PEIXOTO (a nova diva da MPB)

Com a participação especial de um dos maiores ícones da música popular brasileira, seu tio Cauby Peixoto; e com arranjos e produção musical do pianista cubano Yaniel Matos, Adriana Peixoto lança seu CD de estréia e faz sucesso em temporada que completa cinco meses no Bar Brahma em São Paulo

A carioca Adriana Peixoto vem de uma família tradicional no cenário musical brasileiro: é filha do pistonista Araken Peixoto, que comandava as noites musicais nos tempos áureos do Maksoud Plaza, e em bares que fizeram história, como a Baiuca, em São Paulo, e o Drinks, no Rio de Janeiro; e sobrinha do maestro Moacyr Peixoto e do cantor Cauby Peixoto. Além disso, é sobrinha-neta do compositor e pianista Nonô, que acompanhava, entre outros, Noel Rosa e Carmen Miranda, e prima do sambista Ciro Monteiro e de Dalmo Medeiros, do grupo MPB4.

No CD de estréia, que leva o seu nome, e está sendo lançado pelo selo independente Studium Brasil, Adriana promete também conquistar o seu espaço como intérprete da música popular brasileira, mostrando um trabalho no qual extravasa musicalidade e maturidade. “Este é um momento importante na minha carreira. Tive uma experiência muito rica cantando na noite paulistana e carioca, o que me preparou para este novo desafio”, diz.
O repertório do disco, que tem 10 faixas, é focado em MPB – incluindo samba, samba-canção, balada romântica, samba-rock - e mostra a admiração da cantora por compositores consagrados, que lhe presentearam com canções inéditas, como Sueli Costa/Abel Silva, em ‘Outra vez, nunca mais’; Dalmo Medeiros/Danilo Caymmi’, em ‘Ação entre amigos’; Isolda, em ‘Encontro’; e Miltinho/Paulo César Pinheiro ‘Passagem da ilusão’.

Destacam-se ainda duas outras canções inéditas de Dalmo Medeiros - ‘De cabeça pra baixo’, um samba-rock com um swing que não deixa ninguém parado, e ‘Zé Mané’, samba feito em parceria com Marcelo Guimarães. E como homenagem à São Paulo, cidade em que vive já há alguns anos, a cantora gravou a clássica “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa.

Um momento especial do CD é o dueto que Adriana faz com Cauby em “Altos e Baixos”, de Sueli Costa/Aldir Blanc, gravada originalmente por Elis Regina, em 1979. Sem se intimidar na presença do “professor”, como é conhecido o tio, Adriana solta a voz e mostra toda a força de sua interpretação. Também de Sueli Costa é “Elizeth”, um samba inédito em homenagem à ‘divina’ Elizeth Cardoso. E, por último, tem ‘Na batucada da vida’, de Ari Barroso/Luiz Peixoto, gravada originalmente por Carmen Miranda, na década de 30, e depois, também por Elis.Cada uma das faixas surpreende pela sonoridade, que ganha contornos latino-americanos com os arranjos e a produção musical do pianista Yaniel Matos, um dos expoentes da música cubana. “Adriana teve na noite uma escola, por isso buscamos neste CD a essência da música ao vivo, de banda, que privilegia a interpretação como linguagem principal da canção. Além disso, ela fez uma boa escolha do repertório, são musicas fortes, algumas difíceis de cantar, como ‘Na batucada da vida’. Adriana, como intérprete, pode ser atrevida, pois tem potencial para cantar o que quiser”, afirma Yaniel.

Segundo ele, o CD tem uma identidade e uma dinâmica, que farão com que as pessoas ouçam os primeiros acordes e saibam que é uma música da Adriana Peixoto. “A música brasileira, especialmente o samba, e a cubana, estão muito próximas, o que permitiu uma fusão latino-americana, com passagens melódicas interessantes e a inclusão de vários elementos rítmicos”.A sonoridade do CD também foi construída com a participação de músicos consagrados, como Sizão Machado, no baixo; e Cuca Teixeira, na bateria; que juntamente com Yaniel Matos, no piano, formaram a base do CD. Além deles, participam do trabalho Douglas Alonso (percussão), Rodrigo Campos (violão e cavaco), Luis Cabrera (sax tenor), Daniel Alcântara (trompete) e Marc Perren, na guitarra. Já ‘Altos e baixos’ teve a participação de Jair Sanchez, no piano; Elcio Costa, no baixo, e Ni Rezende, na bateria.

AS FAIXAS
1. Elizeth (Sueli Costa) – 4’01’’
2. De cabeça pra baixo (Dalmo Medeiros) – 3’25’’
3. Ação entre Amigos (Dalmo Medeiros/Danilo Caymmi) – 4’32’’


4. Saudosa Maloca (Adoniran Barbosa) – 3’43’’
5. Altos e Baixos (Sueli Costa/Aldir Blanc) – 4’28’’
c/ participação especial de Cauby Peixoto
6. Na batucada da vida (Ari Barroso/Luiz Peixoto) – 3’34’’
7. Encontro (Isolda) – 3’50’’
8. Zé Mane (Dalmo Medeiros/Marcelo Guimarães) – 3’09’’
9. Outra vez, nunca mais (Sueli Costa/Abel Silva) – 3’33’’
10. Passagem da ilusão (Miltinho/Paulo César Pinheiro) – 4’11’’


FICHA TÉCNICA
Intérprete: Adriana Peixoto
Título do CD: Adriana Peixoto
Gravadora: Studium Brasil
Produção musical, arranjos e piano - Yaniel Matos
Seleção de repertório: Adriana Peixoto
Produção executiva: Luci Prudente de Mello e Andréa Funk
Coordenação de produção: Tatiana Trícia Revoredo
Baixo: Sizão Machado
Bateria: Cuca Teixeira
Guitarra: Marc Perren
Percussão: Douglas Alonso
Cavaco e violão: Rodrigo Matos
Sax tenor: Luis Cabrera
Trompete: Daniel Alcântara

Em ‘Altos e baixos’:
Piano: Jair Sanchez
Baixo e violão: Élcio Costa
Bateria: Ni Rezende

Fotos: Marcelo Cabral
Figurino: Jairo Rodrigues
Hair e make up: Celso Camassola

Site Oficial - www.adrianapeixoto.com.br
MYSpace - www.myspace.com/adrianapeixoto


FOTOS: Bruno Fernandes