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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Banda REPÚDIO faz show beneficente em Teresópolis/RJ, próximo domingo, 4 de outubro

A banda carioca Repúdio faz show próximo domingo, 04 de outubro, em Teresópolis na região serrana do Rio. O show acontece no Hate Fest, que apesar do nome não tem nada de ‘ódio’ e sim muita força de vontade em oferecer cultura aos fãs de rock e sorrisos às crianças da região, por ser um evento beneficente que visa arrecadar brinquedos para as crianças carentes de Teresópolis.

E é acreditando nessa idéia e acima de tudo apoiando essa nobre causa que a banda Repúdio sobre a serra para dar continuidade a tour promocional do CD “Pra Que Entender?”. Além disso, participar do Hate Fest é a chance da banda mostrar ao público da região serrana porque é apontada como revelação, do crossover carioca, seja pelo disco lançado e/ou pelos shows que vem realizando ao longo desse ano na capital e no interior fluminense, tocando ao lado de bandas nacionais de prestigio como Cólera, Mukeka de Rato, Zumbi do Mato, e nomes internacionais como as japonesas Vivisick, Fuck On The Beach e Handsome And The Heartbreakers e a Croata Gods Cracked Skull.

Além da causa social, que é peça chave desse show, a Repúdio reconhece fundamental o fato que a cada dia o rock produzido no interior do Rio ganha força, seja revelando bandas com diferencial ou promovendo eventos de qualidade, tendo cidades como Volta Redonda, Macaé, Nova Friburgo, Niterói, Teresópolis, São Gonçalo, Resende, assim como municípios da Baixada Fluminense mostrando que tem toda estrutura não apenas para festivais de rock, como para os demais segmentos da cultura e da arte como um todo e por isso a Repúdio mostra-se bastante animada para esse show.

Outro destaque do evento são as bandas, além da Repúdio, o Hate Fest trás como atrações nomes de primeira linha na cena underground do sudeste Brasileiro que são: Fokismo e Norte Cartel que assim como a Repúdio são da capital carioca, a banda Frente Imperial de São Gonçalo, as locais Nuestro Sangre e Morte Súbita  e a banda paulista Infecção Raivosa.


Na ocasião o CD “Pra Que Entender?”, e todo Merchandising da Repúdio estará a venda no stand da Parayba Records!, selo carioca que lançou o disco no Brasil em parceria com o selo japonês Karasu Killer distribuidor na Ásia.

Ouça a Repúdio: www.myspace.com/repudiohc

Hate Fest Serviço:
Hate Fest - Campanha do Brinquedo - Dia 04/10/09 às 14h
Bandas: Repúdio, Fokismo, Nuestro Sangre, Norte Cartel, Frente Imperial Morte Súbita e Infecção Raivosa (SP)
Ingresso: R$ 5,00 + 1 Brinquedo (em bom estado)
Local: Forró do Maninho – R. Tenente Luis Meirelles, 930, Centro -  Teresópolis/RJ

FONTE: Parayba Records!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

NATASHA NAPPO

Natasha Nappo, nascida em 3 de Junho de 1986 em São Paulo, Capital. Desde criança apreciou a música popular brasileira e internacional. Seu pai sempre foi muito fã de música e gostava muito de ensinar a história de cada grupo, cantores e músicas.

Aos 10 anos de idade ganhou seu primeiro teclado, e desde então foi apresentando um grande talento para a música. Com revistas que sua mãe comprava, foi bisbilhotando e aprendendo, mas ainda não estava contente. Em 1999 começou a estudar violão popular com uma professora particular. Em 2000 ganhou seu primeiro violão.
Em 2001, já estudando em uma escola de música, começa a estudar canto. Aos 16 já canta em cerimônias de casamento com um grupo da escola de música.

Aos 17 canta em restaurantes na Vila Madalena em São Paulo, no Centro do Taboão da Serra e no Embú das Artes. Aos 18 já canta em bandas de baile em festas e cerimônias de casamentos, festas de 15 anos, colação e baile de formaturas. Aos 22 ingressa na faculdade de música FIAM/FAAM no curso de canto popular.


Em 2009 grava seu primeiro cd solo de MPB no estúdio Nação Musical, produzido por Oscar Gonzalez, com músicas inéditas de compositores de peso como Eduardo Gudin (Compositor de grandes sucessos como a canção "Verde", interpretada por Leila Pinheiro na década de 80), Filó Machado (Compositor e músico consagrado internacionalmente, que já dividiu palco com Gal Costa, Dory Caymmi, entre outros), Pedro Freire, Vavá Rodrigues, Kitu Yang, Rubens Ruiz, Éllio Camalle, Léo Nogueira, Clarisse Grova, Flávio Nunes (Perninha), Oscar Gonzalez, Áurea Gervásio (também escritora e advogada)

FONTE: 
http://www.myspace.com/natashanappo


Contatos para shows e vendas de CDS:
natashanappo@gmail.com

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

COMPANHIA TEATRAL LUCCHEZE


O Teatro é uma das Artes que acompanha o homem desde tenras idades. Sendo uma Arte Educadora, o Teatro é visto por muitas instituições apenas com fins de datas comemorativas, por isso, muitos de seus objetivos previstos até mesmo no Parâmetro Curricular Nacional cai por terra e desvalorizado é apelidado de "teatrinho".

2005 - O surgimento do Teatro nas escolas públicas da Vila Redenção, foi em 2005 na Escola Municipal Marechal Ribas Júnior. A primeira aula dada foi no dia 12 de fevereiro (sábado) com a presença de cinqüenta alunos.
As aulas eram das 13:00 às 17:00 horas, somando um total de 4 horas consecutivas, tendo como professora Letícia Luccheze (primeira professora de Teatro da rede pública da Vila Redenção). E em meio aos educandos estavam Magda Vilela, Jhonny Felix, Larissa Queiroz, Rayssa Queiroz, Maraisa Carneiro, Adriel, Daniel Alves, Guilherme Henrique etc...

Letícia reconhecendo bons alunos/atores na Escola Municipal em Tempo Integral Marechal Ribas Júnior e no Colégio Estadual Cora Coralina, realiza então no dia 21 de abril no Colégio Estadual Cora Coralina, o I Festival de Teatro da Vila Redenção - Monólogos - Cenas Curtas. Tendo como objetivo de selecionar os melhores alunos/atores das escolas públicas municipais e estaduais do referido setor para a montagem do primeiro Grupo Teatral da Vila Redenção.

A locução do festival foi feita pela pedagoga Cristiana Barros e o júri foi composto por Lilian Americano (atriz), Július César Monteiro (dramaturgo), Meire Evangelista (atriz) e Josy Vieira (professora de Teatro na Casa do Teatro). Foram cinqüenta alunos/atores pré-selecionados em meio as aulas que concorreram a vinte vagas.O grupo é a fusão das escolas públicas da Vila Redenção. E todos os créditos são dados ao Colégio Estadual Cora Coralina, junto ao seu diretor Saulo (2006), a secretária Eny e as coordenadoras que devam liberdade de expressão e criação em meio espaço cênico em prol do desenvolvimento e do aprendizado dos educandos. O primeiro encontro dos selecionados no festival, foi dia 28 de abril, onde por meio de assembléia foi escolhido o nome do grupo. Depois de várias reflexões e votações surge a Companhia  Teatral Luccheze, nome sugerido por Gustavo Pimentel. Após este primeiro encontro ocorreu um almoço de confraternização. A COMPANHIA TEATRAL LUCCHEZE é composta de um elenco, uma diretora, uma professora, uma cabeleireira e uma costureira.

A partir do dia 11 de junho, por motivos de saúde, Letícia Luccheze entra em contato com Josy Vieira (deficiente visual e professora de Tetro) e a contrata para dirigir a Cia Teatral Luccheze. Letícia Luccheze e Josy Vieira estudaram juntas por dois anos na Universidade Federal de Música e Artes Cênicas. Em julho a Cia inicia um trabalho inédito em Goiânia que é o de realizar cenas curtas de 5 a 15 minutos de Teatro em escolas, abertura de shows, aniversários, pecuária, despedida de solteiro, festas infantis, datas comemorativas, empresas, rodeios, formatura e  eventos no geral.

IV Festival de Cenas Curtas de Teatro da FETEG, que aconteceu em 14 de julho as duas cenas cômicas que a Cia levou (“Galinha não tem Sexo" de Roberto Rassi e da cena "Farsa" de Amanda de Moraes), a infidelidade masculina foi tema marcante.  A cena “Farsa” ficou entre as três melhores cenas e também entre os três melhores testos inéditos. Jeferson Barbosa ficou entres os três melhores atores do estado de Goiás com a atuação na cena Farsa. E entre as três melhores atrizes de Goiás ficaram Laysla Braga, na atuação na cena Galinha Não Tem Sexo e Amanda de Moraes com a atuação na cena Farsa.

SINOPSE DA “GALINHA NÃO TEM SEXO”: o marido está no maior amasso com a esposa que interrompe, pois tem que ir para a academia. Ao ela sair ele continua os amassos só que agora com a empregada. Estão no alvoroço, quando a esposa retorna pois havia esquecido a chave do carro e flagra os dois. As duas saem aos tapas, depois de muito cansaço de brigar ela param.
E começam a conversar e descobrem que o marido tem mais uma outra mulher. Nisso entra a namorada que chega na casa e descobre que o namorado é mentiroso; pois ele é casado e ainda por cima tem caso com a empregada. As três mulheres colocam o marido no paredão para que ele decida com qual quer ficar. Em vez de escolher uma das três ele sai da cena dizendo que vai ficar mesmo com a ficante do 306.);

SINOPSE DA CENA “FARSA”: o namorado aguarda a chegada da namorada, quando surge uma outra mulher e começa a dar em cima dele. Nisso a namorada chega e observa a distância, chega ao um ponto do namorado e a outra se agarram aos beijos. A namorada que observava enfrenta a outra e inicia um pega pra capa, e em meio a briga a outra esfaqueia a namorada que cai morta.

O namorado em fúria vendo a namorada morta no chão pega a faca e vai pra cima da outra que em vez de levar facada leva é um tapa na cara, e depois começam a se agarrar novamente de forma ardente. A namorada morta levanta e novamente flagra os dois. O namorado descobre que elas são amigas e que tudo não passou de uma armação. O namorado infiel e ofendido termina o namoro e vai embora. Desolada a ex-namorada e ex-morta é consolada pela amiga que diz que depois elas arranjam outro otário.

No IX Festival de Poesia Encenada da FETEG, que aconteceu em 15 de julho, a Cia fica entre as duas melhores poesias (Uma Vida, Uma Prisão, quatro Paredes), nas categorias maquiagem.



FONTE:
http://www.leticialuccheze.com/historiadacia.htm

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

"POR UM MUNDO MELHOR" (de José araújo)

SINOPSE:


A abordagem dos sentimentos humanos através de contos onde a realidade, a ficção e a fantasia se misturam para levar o leitor de uma forma mágica e romântica a uma profunda reflexão sobre nossas atitudes em todos os aspectos de nossas vidas.  Seja para com nossos semelhantes, para com os animais ou para com a vida propriamente dita, a reflexão e a emoção estão  presentes em cada historia criada pelo autor.
 
Em cada conto, muitas vezes o leitor para por um momento para refletir profundamente porque se identifica com o texto que esta lendo. O autor consegue esta proeza porque de alguma forma, quando se fala de sentimentos humanos, somos todos iguais. Seus contos são criados tendo como inspiração acontecimentos do cotidiano de nossas vidas e que ele transforma em historias onde o amor, a alegria, a fé, a crença em Deus e na beleza da vida, a esperança, a perseverança, o orgulho, o preconceito, a tristeza e a presunção estão presentes nas vidas de seus personagens.
 
Cada conto escrito pelo autor, sempre tem um desfecho que transmite mensagens positivas e inspiradoras que massageiam o coração de que os lê. O livro contém uma seleção 22 dos melhores contos do autor e em cada um deles, a emoção esta presente em cada linha e o melhor de tudo é que ele coloca tudo isto em seus textos de uma forma clara e profunda, quem tem tocado os corações de muitos leitores de norte a sul, sejam adultos ou crianças. É difícil não se emocionar com a obra do autor.
 
“Por um Mundo Melhor”, contos para reflexão de José Araújo, é um livro emocionante, que nos faz acreditar que juntos, ainda podemos fazer deste mundo, um lugar melhor para se viver.
 
Atenciosamente,
 
José Araújo
escritor paulista
 
Contatos: artes.j.araujo@gmail.com

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O GRIMOIRE DOS VAMPIROS

Eles querem seu sangue... E eles o terão...

Séculos de existência trouxeram mudanças, caminhos alternativos, pintaram o cenário para novas experiências... Mas no final tudo se resume a um único fato: sede! Inexorável e maldita, cortante e sufocante. Contra ela nem toda a força e invencibilidade faz diferença. A racionalidade se perde, o controle se esvai como areia fina entre dedos mortos... Apenas o instinto impera soberano e ditador. E os dentes brilham ao luar em satisfação antecipada.
Será uma questão de tempo até que eles alcancem você. E um único gesto selará seu destino: o momento em que abrir a primeira página deste grimoire sangrento. Inevitável como o dia e a noite, seres de olhos penetrantes o cercarão, ávidos para tocá-lo, ansiosos para sentir a pele, inebriados pelo cheiro... Famintos por seu sangue! Amores, paixões, desejos, bestialidade, violência e muito sangue escorrem das folhas desse tomo sobrenatural. São cinquenta histórias que o perseguirão desde a primeira leitura, cinquenta diferentes tipos de maldições postas sobre suas costas. Cinquenta tentativas de alcançar a jugular do leitor distraído ao menor sinal!
Arme-se com sua cruz, banhe-se na água benta e cerque-se pelo alho antes de abrir esse livro. Mas lembre-se: aqui você não enfrentará o conhecido. Não há certezas, ou garantias, de nada...
O Grimoire dos Vampiros. Antologia de contos vampirescos que a Editora Folha da Baixada está organizando para oferecer ao leitor. E a Editora tem a honra de convidar você, escritor parceiro, a participar de mais essa jornada, rumo ao fascinante mundo das criaturas sobrenaturais mais sensuais e intrigantes da história da humanidade. Atreva-se a encarar esse desafio, afie seus dedos e escreva seu conto.
A eternidade o aguarda em nossas páginas.


INSCRIÇÕES: DE 13 DE SETEMBRO A 13 DE DEZEMBRO DE 2009.
EDITORA FOLHA DA BAIXADA (WWW.editorafolhadabaixada.com)
Organização da Antologia: Georgette Silen
Contatos: grimoiredosvampiros@gmail.com
http://ogrimoiredosvampiros.blogspot.com/

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A MANSÃO DOS MORTOS VIVOS (por André Honey)


Jesus Franco nos brinda em La Mansión de los Muertos Vivientes (1985, ano em que Lloyd Kaufman lançava seu The Toxic Avenger e começava a erigir o império Troma) com o que de melhor têm os filmes sexploitation dos anos 70 e 80: violência e, é claro, sexo. Rodado num cronograma muito próximo ao do clássico “Macumba Sexua”l, inclusive repetindo alguns atores e cenários, o mestre do "horrorótico" se mantém firme, e aqui faz jus à alcunha que deram aos seus filmes na gringa. Dizem erroneamente que é um remake da série de filmes Blind Dead, do espanhol Amando Ossorio. Semelhanças sim, mas não um remake.
Esta peça rara foi filmada integralmente nas Ilhas Canárias (Franco de volta à Espanha num bom filme, depois de tanto rodar Europa afora), valendo-se basicamente de duas locações: um hotel turístico e um monastério antigo. Narra a saga de quatro amigas (dadas ao lesbianismo, com certeza) que vão de férias a uma praia do Sul através de uma agência de turismo.
Ao redor da desértica espelunca onde estão hospedadas, um local abriga uma estranha seita religiosa, de monges meio-mortos sedentos por rituais sanguinários tipo Inquisição. Carlos, o proprietário do hotel, tem uma prisioneira secreta com quem mantém uma bizarra relação de puro sadismo. E dá-lhe bondage! Tudo é pretexto para algo que os francófilos já bem conhecem: nudez desnecessária, closes faciais (ele adora isso) e assassinato; nesta ocasião é um choque com uma divertidíssima atmosfera. É como o próprio diretor gosta de dizer: "Não faço filmes bons e nem pretendo fazê-los: faço filmes para divertir". Este filme é um barato!
Tem Lina Romay (foto) interpretando Candy sob o pseudônimo de Candy Coster. Para os fãs da moça, uma informação importante: ela aparece totalmente peladona (não imaginava?)! Em dado momento, Candy descobre outra hóspede presa à uma cama num quarto escuro, comendo com as mãos e se emporcalhando como uma criançona, totalmente nua e destruída. Puta cena. Carlos, o chefão, decide levar comida para sua amada prisioneira secreta após uma semana de jejum, numa bandeja, carinhosamente, mas envena o prato sob a vista de sua moribunda alemã selvagem com mata-ratos e inseticida. A degustação deste rango é espumante. Bela morte! O que esperar? Franco e D'Amato sempre usam da mesma receita.

Quem se exalta com o universo sexual voluptuosíssimo que tão bem estes dois diretores criam, já sabe o que esperar. E é um dos bons! Tudo tão desnecessário e divertido como sempre, num clima parecido com os bons W.I.P do vovô, como “Sadomania” e “99 Mulheres”.
Mas não temos nada gore desta vez e o desenrolar do enredo também fica em segundo plano. Sempre curto os espaços utilizados por Jesus. Seus cenários são quase sempre um ponto forte. Com seus parcos recursos financeiros, ele parece sempre driblar este problema situando suas histórias em locais inusitados e interessantes, geralmente alguma paisagem paradisíaca qualquer do Velho Continente.

O lançamento em DVD pela Severin Films nos Estados Unidos é a primeira versão uncut que chega nas Américas, por enquanto única opção para quem quer ver o filme com a qualidade original, com formato e áudio preservados. Quem sabe esta belezinha não seja lançada pela Trash Collection aqui no Brasil? Só uma ressalva! Não se deixe levar pelo título. O filme não tem nem mansão e nem zumbis!


Título original: La mansión de los muertos vivientes
AKA: Mansion of the Living Dead (EUA)
Ano: 1985
Direção: Jess Franco
Roteiro: Jess Franco
País: Espanha

Lina Romay... Candy (como Candy Coster)
Antonio Mayans... Carlos Savonarola (as Robert Foster)
Mabel Escaño... Mabel
Albino Graziani... Marleno


* enviado pelo cinéfilo André Honey

terça-feira, 8 de setembro de 2009

NORIEL VILELA (uma das grandes vozes do Brasil)

Um amigo a cerca de três anos atrás me apresentou o trabalho desse moço de voz incomparável. Noriel Vilela este é o nome da voz mais grave que já ouvi até hoje. Ele fez parte de um grupo de cantores chamado “Cantores de Ébano” na década de 50 e 60. Em 1968 o moço partiu para carreira solo, lançando o disco “Eis o ôme”.
Fiquei encantada com o repertório (12 faixas), que aborda praticamente temas relacionados ao universo umbandista. Pouco depois desse lançamento, Noriel faleceu de causas desconhecidas.
Vale a pena ouvir o trabalho desse grande cantor. Procurem saber...

“Saravá quem é de sarava, a bença quem é de bença”

Fonte: http://sambalaio.blogspot.com/

Este texto foi portado por Aline Calixto em seu blog ( http://sambalaio.blogspot.com/ )

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

AMOR, VIDA E NATUREZA (Nercy Maria de Lima Pereira)



Na grande Minas Gerais
Uma ferramenta perdida
Deu origem a uma cidade,
Nossa Machado querida.
Cidade de Machado
Berço da nossa infância
Esperança da nossa juventude
Abrigo da nossa vida:
A linda “Cidade Presépio”.
Toda de bairro cercada
E nas noites enluaradas
Olhando o céu estrelado
Dá pra gente meditar.
A natureza perdida
Os anos de nossas vidas
Vão só acumulando, acumulando,
Nunca mais eles vão voltar.
Mais compensa nossa velhice.
Quantas crianças e quantos jovens
Vão ficando em nosso lugar!

De uma coisa eu tenho certeza:
O dono desta beleza
Lá nas alturas está;
É como chuva de prata
Sobre nós e nossas matas;
Nada nos deixa faltar...
Só uma coisa Ele exige:
Muita fé em nossas almas
Que um dia Ele vem nos buscar.
É uma soma total de maravilhas
Que transmite tanta beleza
No sorriso das crianças.
O amor, a vida e a natureza.
*Nercy Maria de Lima Pereira é poetisa (Machado/MG).
Este poema é uma homenagem à cidade de Mac

A ÚLTIMA SESSÃO DE CINEMA

Nos últimos instantes, quando a projeção do filme foi encerrada, Sidney do Prado de Souza, desceu da sala onde ficava a cabine de projeção, esfregou as mãos de contentamento por mais uma noite, que oferecia ao público alfenense mais uma sessão de ilusão no Cine Alfenas, e deu por cumprida a missão. Isso aconteceu na década de 60, quando o cinema encerrou suas portas. Assim também aconteceu na vida real. Aos 85 anos de idade, agora cinéfilo inveterado, o sr. Sidney encerrou mais uma sessão cinematográfica, na manhã de 27 de março último. O ex-projecionista descansou em paz.
O sr. Sidney sempre foi um cidadão preocupado com a memória cultural e histórica de Alfenas. Revelou-me tempos atrás, que tentava recuperar o relógio original da Matriz de São José e Dores e o que restou da aparelhagem de projeção do extinto Cine Alfenas. Contava-me sempre do seu esforço de conscientização das autoridades para essas restaurações e eles não davam a mínima. Sr. Sidney não adianta preocupar-se com o descaso para com a arte, que sempre foi característica desses homens sem formação cultural relevante. Sempre mantive contato com o grande guerreiro da 7° Arte. Vinha, às vezes, em casa para folhear álbuns de artistas e do mundo do cinema.
Estava tão envolvido com lembrança dos bons filmes do passado, que passava horas naquele enlevo sentimental. E eu observava a pertinência em cultivar a memória cinematográfica, que recordava os anos de projecionista primeiramente do Cine Pathê, depois do Cine Teatro Carlos Gomes (até outubro de 1924), seguido do Cine Alfenas desde 1943, quando foi inaugurado com o filme “Sempre no Meu Coração”. Com orgulho me disse que “sessenta e seis anos, não de um cinema em atividade, mas de um prédio que ainda ostenta as mesmas características de quando foi inaugurado, sendo na época um dos mais suntuosos edifícios aqui erguidos, na Praça Getúlio Vargas”.
Naquela época o ex-projecionista ainda me revelou que no Cine Alfenas, no segundo dia foi projetado o filme da Metro: “Rosa de Esperança”, e no terceiro “Isto Acima de Tudo”, da Fox. “Foi uma semana de festa”, exclamou. Ainda diz mais: “Quando se ouvia o prefixo do Cine Alfenas, “Sempre no Meu Coração”, dentro de poucos minutos, as salas estavam lotadas para ver grandes filmes, que eram exibidos por mim, que nos meus 85 anos de existência e 30 anos como funcionário do Cine Alfenas não deixo de recordar os anos de enlevo pelo extinto Cinema”.
Sidney Prado de Souza revelou também que foi para S.Paulo e lá trabalhou por muitos meses no “Cine Metro” da capital paulista retornando logo em seguida para a sua cidade natal em 1955, trabalhando de novo no Cine Alfenas, para os então proprietários, os irmãos Mutrans, que o haviam comprado de Juscelino do Prado Barbosa, e dirigiram o referido cinema por mais uma década, até a sua venda para os Irmãos Iunes: Jamil e Antônio. “Lembro-me ainda de que a inauguração foi documentada pelo repórter cinemagrafista “Jean Mazon” do Rio de Janeiro, indiscutivelmente ligado à história do Cine Alfenas”.

Não resta dúvidas de que este grande batalhador pela cultura de Alfenas, deveria ser sempre lembrado como um dos provedores da Arte em nossa cidade e perpetuado com digna lembrança no Patrimônio Histórico de Alfenas. Devemos todas as nossas considerações e homenagens a este desbravador alfenense que muito fez para a nossa terra. Não deixo de lembrar e compará-lo ao projecionista do filme “Cinema Paradiso”, que revelou que a alma humana precisa de sonhos para viver.
E Sidney cumpriu e desenvolveu esse mister perfeitamente bem. Nós que vivemos essa geração do escurinho no cinema sabemos o valor do projecionista, o mágico da tela, que nos mostra esse mundo fantasioso e encantador do cinema .Agora neste presente momento Sidney deve estar projetando filmes para os anjos e santos do céu!


*Marco Antônio de Oliveira é jornalista e escritor.

O BEIJO QUE TE ENVIEI (Alini Aparecida de Oliveira)



Simples palavras são como o vento
Vem e refrescam o ar
Seu sorriso se parece como sol
Que ilumina meu dia.
À noite posso ouvir o riso das estrelas
Pedindo pra você ficar
Sei que não estou do seu lado
Respire fundo, sinta a brisa tocar seu rosto.
Olhe para a lua, ela te dirá
O beijo que te enviei
Não foi só por ti amar
Você ganhou meu coração.
Não importa se sestouno céu
Ou nomar; tudo que aprendi
Nestavida foi te amar.
*Alini Aparecida de Oliveira é poetisa, cantora e compositora (Machado-MG)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

BLACK JACK BONES




Somos a banda de Rock and Roll Black Jack Bones de Três Pontas/MG. Nossas principais influências são: Blues, Rock and Roll 60/70, Southern Rock e Hard Rock 70. Temos uma demo com 11 músicas próprias que foi gravada no início de 2008.
Já tocamos em vários festivais em Minas  como: Roça n´ Roll (nona edição), 10° Camping Rock, Rockfeller Metal Festival, Caverna Rock 2 e 3, Varginha Desde a Laje, Metalfest 5, Metal das Gerais, Três Pontas de Metal 1° e 2°, Mói Varginha, Reveillon 2007-2008 na Pousada Coco Brasil em Caraíva (Bahia); Road Rock Festival, 3° Rock in the Town, Enterra Ossos, e em várias casas de shows em Três Pontas e região, tentando sempre, cada vez mais, expandir o bom e velho Rock and Roll!!!