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terça-feira, 9 de novembro de 2010



Sabe aquele dia, que mesmo parecendo perfeito você se vê a chorar?
Que mesmo sabendo que há problemas maiores que os seus, a tua dor doi demais.
Há uma tristeza oculta, que teima sobressair.
A solidão é uma doença?
Crença ou descrença.
Momentos?
Ou a tão propagada carência.?
Estão lá...Todos inseridos no teu passo ébrio.
Como se nada mais pudese ser feito. A dor que doi no peito.
Quem nunca  se sentiu assim, essa amargura  vinda do nada.
Transforma o dia claro, inverte o caminho do vento.
Arranca as belas flores da primavera.
Faz do seu verão o mais tenebroso inverno.
Escurece o  céu e te mostra quão perto é inferno.
Ah! Não queria ter essa crise momentãnia...
Eu que tão calada segui minha trilha.
caminhei mesmo com os pés em falso.
Driblei o cansaço de quem nunca desiste.
Hoje meu dia é triste e nem sei dizer poque.
Então, olho pro alto e grito:
Tira de mim essa triste sensação.
devolva minha alegria em lugar dessa solidão.
 
clara ( hoje uma pouco escurecida pelos pensamentos)

Um comentário:

Maria Jeremias dos Santos disse...

Linda poesia...quem nunca se sentiu assim: abandonado pela alegria de nem querer ver o por-do-sol e acreditar na vida e prostado á tristeza, melancolia. Todos temos dias assim, e isso retrata muito bem em suas palavras. Parabéns!