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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O MITO DE JUVENTUDE (Roberto Escritor)

            Conheci Juventude dias atrás, uma musa em forma de mulher, e não foi possível resistir aos seus encantos. Tive por ela o mesmo fascínio que tem o jovem ao surpreender a namorada em plena lingerie, posto que os olhos fossem objetivas dispostas a varrer toda minúscula porção de imagem, classificando esse místico encontro, estabelecendo uma linha imaginária diagonal que une na menor distância possível dois meteoros disfarçados de corpos. Juventude parecia em princípio uma delícia não consumível, tal qual sorvete que se oferece ao calor do sol quente e não é capaz de pingar uma só gota. Juventude navegava em forma de melodia fluida, que sopra aos quatro ventos, cada qual vindo de um pólo magnético distinto, e todos eles apontados para mim. Juventude parecia concentrar sua atenção sobre o meu corpo à procura de achados arqueológicos, como se em um passado recente eu também tivesse possuído uma juventude igual. Mas não fosse essa a nossa diferença, eu sequer hesitaria em ceder à volúpia que seu corpo convidava.
            Juventude parecia certa do que estava a procura, ousando aproximar-se, de maneira que nossos corpos experimentassem o primeiro toque, o suficiente para saber que aquele encontro era real, que os sonhos da última noite haviam cessado, e que aquela visão mágica era, na verdade, um presente dos deuses pagãos, coisas que a mitologia grega ou romana dá-nos com muito sabor. No primeiro instante, Juventude assumia uma forma de deusa e fazia lembrar Afrodite, vesga diante da minha meia-idade, disposta a ressuscitar em mim uma juventude há muito esquecida, abastecida de sentimentos próprios dessa fase. Reacendeu em mim a chama de uma lareira não bem consumida, de uma época em que tudo era delícia, que não existia o impossível, o limite, o cárcere. Tudo, absolutamente tudo, estava ao alcance, bastando para isso que o homem estivesse impregnado de desejo, que no momento seguinte fosse transformado em ação, modo necessário para elevar um sonho à categoria de realidade. Nenhum obstáculo seria intransponível, fosse necessário ir a Marte de um só pulo e voltar.
            Eu procurava classificar sua idade e enquadrá-la sob um referencial estético, mas Juventude exagerava em passos de dança cósmica, trocava de corpos com a maestria de uma modelo que rapidamente troca de roupas entre as idas e vindas da passarela. Quando eu finalmente parecia conseguir esclarecer o seu mistério, sua alma de fêmea decretava uma nova revolução, e ela sem nenhum falsete assumia a sua total diversidade, de espírito de legião, de uma só mulher dentro de muitos corpos. Mesmo assim, sabendo dos riscos que corria, aceitei seu compromisso.
            Como foram gostosas as primeiras noites. No princípio, toda juventude tem a energia dos furacões. Como é de praxe em todo início de relação, não havia cobranças. Mas num curto espaço de tempo elas começaram a acontecer.
            Juventude queria que eu fosse:
            Atleta! Musculoso! Dançarino! Baladeiro! Romântico! Poeta! Sonhador! Etc.!
            E, além disso tudo, que ainda fosse bom na cama.
            Então surgiram os conflitos:
            De geração, opinião, força, intelectual, físico, musical, cultural, sexual, estético, ético, culinário, tevê, cinema, livros, filosófico, antropológico, psicanalítico, etc…

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER (Fabiana Almeida)

*O número de violência contra a mulher é bem maior do que os dados registrados apresentados pelas delegacias das mulheres. Muitas vítimas não denunciam seus agressores; algumas têm medo, outras se sentem envergonhadas. A maioria possue empregos de baixa renda, residindo em cidades do interior e zonas rurais. Seu conhecimento para combater esse crime é praticamente nulo!
 A justiça criou a Lei Maria da Penha (Lei de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher), decretada pelo Presidente Lula, no dia 07 de Agosto de 2006.
Mesmo com essa medida, por que os homens ainda continuam cometendo esse crime?
A resposta é que, na verdade, a nossa sociedade mesmo com toda modernização, ainda é machista. Já faz parte do instinto do homem ver a mulher como sua propriedade, encarando-a como um ser inferior em todos os aspectos perante a sua posição.
A maioria dos homens ainda continua sendo adestrada com a visão de superioridade, não admitindo a conquista das mulheres pelo direito de igualdade como consta na constituição. Todas as crianças (meninos e meninas), desde a fase do seu desenvolvimento deveriam ser educadas com essa conscientização.
 A mulher violentada não pode deixar esse crime impune; deve denunciar seu agressor à justiça!
Não podemos nos esquecer que existem outros tipos de violência contra a mulher sem ser a agressão física. Existem também as que não deixam marcas como as ofensas verbais, humilhações e o abandono.
 A mulher deseja e precisa sentir-se amada e respeitada...

Fabiana Almeida
c.afabi2hotmail.com

(71) 3203-6692

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER (Patrícia Marcelina Chagas)

Qualquer mulher pode ser vítima da violência não importa se ela é rica, pobre, branca, negra; se vive no campo ou na cidade, se é moderna ou antiquada; católica, evangélica, atéia ou umbandista. A única diferença é que as mulheres mais ricas conseguem esconder melhor sua situação e têm mais recursos para tentar escapar da violência.             .
A violência doméstica contra a mulher não se caracteriza somente por aquilo que é visível e que é tipificado no Código Penal. É muito mais do que isso. O hematoma, o arranhão e a ameaça que leva a mulher a pedir a ajuda são muitas vezes apenas a ponta de um iceberg. Por trás dessas manifestações aparentes pode haver: Um risco real e iminente de homicídio, meses, anos ou décadas de abusos físicos, emocionais ou sexuais, um medo profundo que enfraquece e paralisa a vítima, uma longa história que envolve pequenos atos, gestos, sinais e mensagens subliminares, usados, dia após dia, para manter a vítima sob controle.
 Violência contra as mulheres é um drama complexo e muito mais freqüente no Brasil do que se imagina. Para lidar com um problema que envolve relações afetivas, projeto de vida, dor, vergonha e humilhação, é necessária a adoção de políticas públicas, de caráter universal, acessíveis a todas as mulheres e que englobem as diferentes modalidades nas quais a violência se expressa; é preciso combater a violência punindo os agressores, mas é preciso, sobretudo, evitar que a violência aconteça.
É preciso apoiar as mulheres que vivenciam a violência no processo de reconstrução de suas vidas. É preciso que elas tenham poder para mudar o rumo de suas histórias. É preciso que governos e a sociedade civil trabalhem juntos para mudar a cultura machista e patriarcal que justifica e estrutura a violência; o comportamento violento é um dos maiores desafios no enfrentamento à violência contra a mulher.
 Se quisermos construir uma cultura de paz e de respeito aos direitos humanos de todas as pessoas, esta construção começa em casa; toda mulher tem o direito a uma vida livre de violência.

*Patrícia Marcelina Chagas é aluna do 6° período do curso de Serviço Social (CESEP/Machado-MG)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

SEGREGAÇÃO RACIAL (Maura Soares)

 O branco chegou e disse: “negro, sai da frente, não suje o local onde eu quero pisar”. O negro, humildemente, saiu para o lado e o branco passou como se fosse o monarca absoluto.
                Subserviente por obrigação, por açoite, o homem negro foi e continua sendo pisoteado pelo branco, que, em minoria e com medo da emancipação negra, o dilacera e o escraviza para poder manter a hegemonia branca.
                Dotados de sentimentos mais profundos, mais sofridos, com um olhar que revela toda a dor de gerações passadas, surradas e sugadas pelo homem dito “superior”, o negro procura, dentro das brechas que alguns brancos de bom coração e sem preconceitos arraigados, galgar um degrau por mínimo que seja, na escala social.
                A televisão, o veículo que se diz transmissor de cultura é a meu ver, transmissão de ideologias, pois nos induz, através de comercias e de programas “humorísticos”, a creditarmos, a aceitarmos e a vermos o negro apenas como um empregado, um bêbado ou um ser que serve apenas para levar recados e fazer serviços que o branco não se acha digno de fazer.
                Talentos negros existem à mãos cheias, haja vista no setor literário, como um Alex Haley ou um James Baldwin, por exemplo. No Brasil, poucos foram aqueles que se destacaram. Cito Cruz e Sousa, o poeta maior do simbolismo, que, criado por um homem branco, foi recebido ---apesar do seu talento --- com reservas pela “elite” sulista da época.
                Artistas negros brasileiros de grande talento, tais como Ruth de Souza e Antonio Pitanga (para citar os maiores que eu considero) e outros, são colocados em filmes e novelas de televisão com papéis de cozinheiros e mordomos e que com talentos maiores do que as Reginas Duarte da vida, sujeitam-se a esses papéis com o intuito único da luta pela sobrevivência. A arte para eles é vida, mas a vida não se resume apenas ao representar, há outros fatores como o comer e o dormir. Isto custa dinheiro e, para ganhá-lo, sujeitam-se às maiores humilhações. Na música, então, são muitos os que podem ser enumerados. Cito alguns como Alcione, Sueli Costa, Roberto Ribeiro, Emilio Santiago, no Brasil e nos Estados Unidos temos os excepcionais Johnny Mathis, Nat “King” Cole, Dione Warwick, Sarah Vaughn que, junto com outros cantores e solistas negros estão, com muita garra, se impondo aos poucos no cenário musical.
                O problema maior é a discriminação na escola, onde o pequeno ser que engatinha na ânsia do saber, é colocado afastado dos outros colegas por causa da sua cor. Culpa dos professores, culpa da direção, culpa da sociedade escravocrata, colonizadora e paternalista que  perdura até nossos dias.
                “Dê apenas o essencial para que se sintam com condições de trabalhar e não se rebelem, e eles ficarão gratos ao seu senhor e amo”, dizem os preconceituosos. “Lugar de negro não é nos bancos escolares e sim na lavoura, à frente dos fogões, levando recados”, dizem aqueles que se julgam superiores. “Todos são iguais perante a lei”, dizem os juristas. Mas cada vez mais os negros são segregados, são marginalizados, são espezinhados.
                A sociedade brasileira ainda não se deteve a pensar no negro como um ser humano e que foi graças ao seu trabalho, que muitos enriqueceram.
                Mas eles resistem à repressão e, à duras penas, vão se livrando dos grilhões impostos desde a nossa colonização.
                Amo os negros bem como os judeus e os índios e a todas as raças ditas “inferiores”, mas que possuem uma beleza infinita que é a tradição do amor, dos costumes que são transmitidos através de gerações e que o branco procura mais e mais destruir.
                Defendo a causa dos negros como defendo a minha causa, a causa do homem branco que também é marginalizado por uma causa elitista, que controla os destinos dos povos. Talvez por serem de compleição mais forte, os negros resistem mais à ação destruidora do branco ao passo que este logo se entrega, não luta, marginaliza-se.
                Procuremos, agora, no limiar dos anos 80, sermos mais humanos, tornarmo-nos pessoas, no real sentido da palavra.
                Não custa nada amar, nem que seja só um pouco o seu semelhante, seja ele que raça for. O amor está em todas as coisas, basta apenas que se dê o primeiro passo, que se faça o primeiro gesto de carinho.

(*) Na época deste texto gostava de assistir filmes brasileiros e achava a atriz Ruth de Souza de um talento sem par.
Data desta época a minha ojeriza por novelas---não assisto até hoje ---.
Muita coisa mudou, haja vista os negros ricos por causa do esporte, muitos com cargos políticos (Barack Obama) --- muitos o reconhecimento mundial (Nelson Mandela), mas no Brasil embora tenhamos Ministro negro, ainda falta muita coisa pra chegar lá.
Meu texto não tinha nenhuma pretensão, também não sei por que escrevi, creio pra me livrar de alguma emoção, de alguma injustiça que tenha presenciado.

*Maura Soares
(escrito em  28.04.1980, guardar as devidas
proporções nas citações de personalidades
—texto sem nenhuma pretensão literária,
 apenas o que brotou da alma)(*)
contato com a autora: maurapoeta@gmail.com



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

OS OLHOS

Eles são as últimas janelas,
que nas estruturas d' eles ou d'elas
são os faróis de varias cores;
neles estampam-se as alegrias, as magoas,
que secos ou cheios d'agua,
representam alegrias e dores.
Com os Olhos eu vejo
fitando-os transmitem ódio, alegria e desejo
na tristeza eles ficam molhados;
na despedida são fracos e tristes,
na morte eles não existem
porque permanecem para sempre fechados.
no amor são luzes frequentes,
nos inocentes, são vivos e puros,
na juventude são fortes visões,
nos anciões, são faróis inseguros.
com os Olhos, os seres se amam,
com os mesmo olhos, pedem perdão.
olhando aos cegos, curou-lhes os olhos,
olhando a lazaro, deu-lhe a ressurreição.
eles são na verdade os guias do mundo,
de segundo em segundo, no dão direção;
no erro eles mostram a verdade,
na distância distinguem a saudade
no pecado eles pedem perdão.
na desgraça, fitam horripilantes,
no amor são brasas constantes
nos horrores se abrem demais;
nas trevas procuram a luz
e o corpo que ele conduz
leva o homem a gloria e a Paz.

João Roberto - Poeta em Ilhota- ilhotaprevjr@hotmail.com

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A Profecia Maia: uma transformação do Sol

Dezembro de 2012 marca o fim de um ciclo definido pelo calendário Maia. Muitos acreditam que isso se traduzirá em desastres e cataclismas naturais - algo muito próximo da concepção cristã do Juízo Final. Outros acreditam que essa data marcará o fim da ênfase materialista da civilização ociental. De qualquer modo, as especulações sobre a natureza dessa previsão estão se aproximando cada vez mais da ciência, mais particularmente das transformações que ocorrem ciclicamente com as irradiações solares.
DÉBORA F. LERRER 
 
O que você acharia se alguém lhe dissesse que Deus está no centro da galáxia, de onde emite ordens que nos são transmitidas através dos raios solares? Essa era a idéia que os maias faziam de Deus, a quem chamavam de Hunabku - e diziam ser a energia radiante existente no núcleo da Via Láctea. Segundo eles, Hunabku se comunicaria com a Terra pela radiação galáctica transmitida para nós através do Sol. O Sol, portanto, não seria apenas a fonte e o sustentáculo da vida, mas também o mediador da informação que chega até ele de outros sistemas estelares através da energia radiante.

 
Embora a ciência moderna nunca tenha abordado esse assunto tal como os Maias o fizeram, recentemente os físicos se deram conta da influência de radiações que atravessam a galáxia. A astrofísica atual descreve essas radiações como ondas de densidade que varrem a galáxia e influenciam a sua evolução. O nascimento do nosso Sol, por exemplo, foi resultado dessa onda. Na realidade, toda a formação estelar deve-se, em princípio, a essa radiação, demonstrando que a galáxia é um organismo envolvido em sua própria evolução. E mais: esta radiação galáctica também está comprometida com a evolução da Terra e da vida. As radiações de densidade vêm se espalhando pela galáxia nesses 4,55 bilhões de anos de existência do Sol - e, toda vez que atravessam a nossa estrela, alteram sua dinâmica e também a energia radiante que banha o nosso planeta. Muitos acreditam que essas diferentes radiações conseguirão explicar como o desenvolvimento da vida na terra foi se moldando. "Cada vez mais compreenderemos que o formato das folhas das árvores, por exemplo, foram moldados não apenas por seleção natural aqui na Terra, mas pela ação da galáxia como um todo", acredita o físico e matemático Brian Weimme, autor do prefácio ao livro Fator Maia, de José Argüelles, os mais famoso dos divulgadores da profecia Maia.
 
Astrônomos proféticos:
 
Mais antiga das civilizações pré-colombianas, os Maias floresceram entre os séculos II e IX da nossa Era, ocupando as planícies da Penísula de Yucatán, onde hoje fica o México, quase toda a Guatemala, a parte ocidental de Honduras, Belize e regiões limítrofes. Eles constituíam povos que falavam línguas aparentadas e elaboraram uma das mais complexas e influentes culturas da América. Enquanto a Europa mergulhava na Idade das Trevas, os habitantes da América Central estudavam astronomia, tinham dois calendários - um solar de 365 dias, o Haab, e um sagrado de 260 dias, o Tzolkin - e um sofisticado sistema de escrita por hieróglifos.
Por volta do ano 900, o antigo império Maia começou a sofrer um declínio de população, e seus suntuosos centros urbanos foram abandonados por motivos até hoje misteriosos. Seus habitantes voltaram à vida simples nas aldeias no campo, onde seus descendentes vivem até hoje. Alguns estudiosos atribuem o abandono das cidades à guerra, insurreição, revolta social, seca. Mais recentemente, surgiu a teoria de que eles abandonaram seus centros devido a alterações nas radiações solares. No século XIII, quando o norte se integrou à sociedade tolteca, a dinastia Maia chegou ao final, muito embora alguns centros periféricos sobrevivessem até a conquista espanhola, no século XVI. 
 
Os Maias clássicos eram um povo embriagado de objetivos culturais diferentes dos nossos. Onde os modernos cientistas detectaram experimentalmente os efeitos físicos das radiações de densidade que varrem toda a galáxia, os Maias procuravam detectar experimentalmente radiações de diferentes forças que influenciavam não só o nascimento e a atividade das estrelas, mas o nascimento e a atividade das idéias. Portanto, enquanto os cientistas modernos desenvolveram um modo de consciência que lhes permite expressar os efeitos físicos dessas radiações, os maias desenvolveram uma consciência que lhes possibilitava expressar os efeitos psíquicos dessas radiações.
 
Esse povo da América Central acreditava em ciclos recorrentes de criação e destruição e pensavam em termos de eras que duravam cerca de 1.040 anos. Para eles, nós estamos vivendo na quarta era do sol - sendo que, antes da criação do homem moderno, existiram três eras anteriores, destruídas por grandes cataclismas. A primeira era teria sido destruída pela água, depois de chover sem parar, coincidindo com o mito do dilúvio. O segundo mundo teria sido destruído pelo vento e o terceiro pelo fogo. O quarto mundo, o que nós vivemos hoje, de acordo com as profecias do rei-profeta Maia Pacal Votan, será destruído pela fome, depois de uma chuva de sangue e fogo. Talvez não por acaso, a tumba desse rei, encontrada em 1952, fique em uma das mais belas e importantes ruínas desta civilização: a cidade de Palenque, localizada justamente em Chiapas, estado onde os descendentes dos Maias formaram o EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) e se insurgiram, em 1994, depois de séculos de humilhação e pobreza.
 
Segundo a cronologia Maia, a era atual começou em 10 de agosto de 3113 a . C., data que marca o Nascimento de Vênus, e deve terminar em 22 de dezembro de 2012, quando esta estrela "morrerá" simbolicamente, ou melhor, segundo o Skiglobe (programa de computador que indica o movimento astronômico), desaparecerá por traz do horizonte ocidental, no mesmo instante em que as Plêiades nascerão a leste.
 
Importante dentro do calendário Maia, essa data fechará um ciclo de cerca de 5.125 anos e dá pano para manga de inúmeros prognósticos. Os adeptos das visões mais catastróficas acham que essa data marcará o fim do mundo, o juízo final e coisas afins. Outros, como o jornalista e crítico de arte Alberto Beuttenmüller, consideram que essa data marcará o fim de um tipo de mundo, o que por definição pode ser várias coisas: o fim da hegemonia dos Estados Unidos, o fim do trabalho como nós conhecemos hoje, o fim do dinheiro, e até mesmo catástrofres naturais. "O tempo dos Maias não era imediatista. As transformações não vão acontecer de uma hora para outra. Elas já vêm acontecendo desde 1988", diz Beuttenmüller, autor de A Serpente Emplumada, da editora Ground, segundo romance de uma trilogia dedicada às profecias Maias. Para ele, a queda abrupta do regime soviético, em 1989, pode ser resultado desse fenômeno. "Depois de tantas batalhas, o comunismo acabou quase que por decreto. Para impor aquele governo, mataram tanto e, de repente, parece que decidiram simplesmente parar de brincar de comunismo", diz.
Beutenmüller compartilha da hipótese de Maurice M. Cotterell - um dos autores do livro As Profecias Maias, da Editora Nova Era - de que todo esse processo que, para ele terá seu ápice em 2013, será provocado pelo sol.
 
De fato, sabemos que a vida na Terra depende da luz solar, mas o sol transmite para cá muito mais do que luz. Ele irradia também raios cósmicos através do espectro eletromagnético. Estes potentes raios têm o poder de transformar átomos e poderiam matar toda a vida na terra, se não existisse um escudo protetor na atmosfera. Embora, apesar dos rombos na camada de ozônio, eles ainda não destruam, esses raios provocam reações nucleares na atmosfera. Eles transformam os átomos de nitrogênio que a compõem, em uma forma mais pesada de carbono, cujo peso fica 14 (C14), ao invés dos 12 (C 12) normais. Embora comporte-se como o carbono comum, que existe em profusão na atmosfera e é importante para a vida, o C 14 é radioativo. Em alguns momentos de alta atividade solar, que geram muitas manchas no sol, essa radiação solar diminui. Em outros, onde há menos atividade do sol, e menos manchas, essa irradiação solar aumenta. Ao determinar a regularidade dos ciclos de aparecimento e desaparecimento de manchas, Cotterell deu-se conta de que todos os momentos de apogeu de alguma grande civilização coincidiram com o aumento de atividades das manchas solares, e o declínio, com uma inversão solar.
 
Desta maneira, o declínio da Civilização Maia, cujas belas cidades foram inexplicavelmente abandonadas no século IX, poderia ter alguma vinculação com o fato de que o campo magnético solar e as manchas solares se inverteram exatamente nesta época. O fenômeno provocou infertilidade e mutações genéticas na Terra e teve efeitos mais severos nas regiões equatoriais. Segundo Beutenmüller, um dos filhos do rei-profeta Pacal, dono da famosa tumba encontrada em Palenque, nasceu com seis dedos em cada mão.
 
Os Maias adoravam o sol como deus da fertilidade. Segundo Maurice Cotterell, há várias evidências de que o sistema endócrino das mulheres privadas de sol durante grandes períodos sofrem grandes alterações, afetando severamente a produção de estrogênio e progesterona, hormônios vinculados à fertilidade e à menstruação, e a produção de melatonina, o hormônio da "sincronização", vinculado ao biorritmo.
 
Provando essa teoria, há um artigo publicado na revista New Scientist, em junho de 1989, sobre a dependência endócrina em função da radiação solar. Stefania Follini, uma projetista de interiores, passou quatro meses em uma caverna no Novo México. Seu dia tinha a duração de 35 horas, intercalado com períodos de sono de aproximadamente dez horas. Ela perdeu 7, 7 kg e houve interrupção de seu ciclo menstrual. Follini também pensou ter passado somente dois, e não quatro meses, dentro da caverna.
Além das deformações genéticas e da alteração na fertilidade feminina, as atividades das manchas solares também podem ter causado uma pequena era glacial que provocou uma grande seca na região dos Maias, ocasionada pela redução do volume de água evaporada dos mares.
 
Uma das provas de que os Maias sabiam dessas alterações na irradiação solar é o calendário sagrado Maia, de 260 dias, cujo fim de ciclo se relaciona exatamente com a superposição dos campos solar e equatorial do sol.
Além disso, cálculos demonstram que o ciclo de manchas solares é de 68.302 dias, e que após 20 ciclos (20 x 68.302= 1.366.040 dias) o campo magnético da lâmina neutra solar se inclina. A Terra tenta alinhar seu eixo magnético com o do sol e também se inclina - o que pode causar catástrofes de dimensões gigantescas no nosso planeta.
 
Ernst Förstemann, funcionário da biblioteca de Dresden (Alemanha) que em 1880 estudou um dos códices Maias guardados nesta biblioteca - o Dresden Codex - achava que a cadeia de dias organizada pelo calendário sagrado não correspondia a nenhum ritmo celeste - embora também lhe chamasse atenção o número 1.366.560 e a chamada "data de nascimento de Vênus", então fixada em 10 de agosto de 3113 a. C.. Cotterell, no entanto, observou que contando o número 1.366.560 a partir do início do calendário Maia, chegaremos perto do ano de 627 - segundo ele, o centro exato do desvio magnético solar e período de baixa atividade das manchas solares, que teria causado o declínio Maia. Esse estudioso concluiu que o planeta Vênus deve ter sido monitorado justamente para auxiliar o acompanhamento dos ciclos de manchas solares, porque esperavam a reversão após 20 ciclos, como de fato aconteceu, embora com uma certa diferença de dias: 1.366.040 é o cálculo científico e 1.366.560 o cálculo dos Maias, feito a partir do acompanhamento da trajetória do planeta Vênus. Essa mudança de direção do campo magnético solar, que acontece cinco vezes em cada ciclo cósmico, é o que, para muitos, abalará o eixo da Terra, que ficará sujeita a terremotos, enchentes, incêndios e erupções vulcânicas. O próximo fim de ciclo ocorrerá em 2012, quando começará o quinto mundo, considerado muito perigoso pelos Maias. Na realidade, esse ciclo já começou em 1988, considerado por Argüelles o primeiro ano da profecia. A partir de 2012 essa profecia ficará mais intensa, mais eficaz. Mas não precisamos necessariamente embarcar nas previsões de Cotterell, que acha que a humanidade não escapará de enfrentar enormes cataclismas. Para o físico Stephen Hawking, a humanidade é a responsável - e não irá cumprir mais mil anos se o planeta continuar aquecendo como vem ocorrendo.
Com catástrofes ou não, começamos a entender que a chamada adoração ao Sol, tal como é atribuída aos antigos Maias, era, na realidade, o reconhecimento de que o Sol transmitia a eles muito mais do que luz e calor. 
 
Mudança de calendário:
 
Professor de estética e história da arte, o norte-americano José Argüelles passou a infância no México, e desde muito jovem foi atraído ao estudo da cultura Maia, mais precisamente de seu calendário sagrado, o Tzolkin.
Para ele, o ano de 2012 não será assim tão sombrio. Em seu livro O Fator Maia, da Editora Cultrix, Argüelles explica que chegamos agora ao último ciclo de ativação galáctica, que na matemática perfeita dos Maias irá de 1992 a 2012, ano que assinala para a humanidade o início de um período de regeneração, com o surgimento de tecnologias não-materialistas e ecologicmente harmônicas.
A partir de seus estudos, Argüelles propõe que a humanidade comece a agir em sincronia com o centro da nossa galáxia, trocando o calendário gregoriano pelo calendário das 13 luas. Sua proposta de calendário é inspirado no calendário solar Maia, o Haab. Com 365 e mais cinco dias aziagos, o Haag é o calendário mais próximo do nosso ano solar moderno de 365,25 dias.
O Haab compreendia dois períodos distintos:
O Tun = 360 dias divididos em 18 meses de 20 dias
O Xma Kaba Kin = 5 dias (considerados azarados)

Atualmente, no calendário gregoriano, temos que acrescentar um dia no mês de fevereiro a cada quatro anos para mantermos nossos registros de tempo conforme o período solar. Os "anos bissextos" compensam as discrepâncias anuais de 4 x 0,25, acumuladas entre cada ajuste "bissexto". Não se tem notícia que tal compensação tenha sido efetuada pelos Maias. Argüelles também propõe que as pessoas passem a adotar um calendário lunar, composto por 13 meses de 28 dias cada. Esse calendário formará um ano de 364 dias. Para completar 365, Argüelles propõe que exista um dia "0", sem nome ou data, que seria dedicado à meditação. A premissa para a proposta do Calendário das 13 Luas é que, na visão de Argüelles, o calendário gregoriano constitui uma freqüência de tempo artificial que seria a responsável pela alienação do homem da natureza e pela criação de uma civilização materialista dominada pelo dinheiro e pelas máquinas. Para ele, a mudança de calendário redirecionará a humanidade para a freqüência de tempo da natureza, que é representada pelo biologicamente preciso calendário de 28 dias e 13 luas. De fato, a proposta dele é adequada ao ciclo lunar, pois cada ano solar possui 13 luas, cujo ciclo dura em média 28 dias. Além disso, ao contrário da crença corrente, uma mulher não fica grávida por nove meses e sim por nove luas.
 
A proposta de Argüelles também tem um sentido profético. Ele acredita que só mudando nosso calendário é que nós conseguiremos parar as atrocidades morais e o abuso do meio ambiente que hoje em dia vem sendo cometido em nome do desenvolvimento econômico. Empenhado em fazer com que o mundo adote seu calendário de 13 luas, Argüelles e a mulher, Lloydine, já chegaram até a visitar o Papa João Paulo II e o então secretário-geral da ONU, Boutros Boutros-Ghali, com essa proposta. Para eles, a mudança de calendário trará um período de paz e a harmonia para planeta. "Nós não podemos realmente esperar ter um novo milênio sem ter um novo tempo, e nós não podemos ter um novo tempo a não ser que tenhamos um novo calendário", diz Argüelles.
 
Fonte : Revista Planeta
 
 
 
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AGENDA
 
 
* 07 de maio
Magnified Healing
Rio de Janeiro
 
 
* 09, 10 e 11 de maio
"Método Melchizedek 1 e 2"
São Paulo
 
 
* 17 e 18 de maio
"Portal Radiônico"
Rio de Janeiro
 
 
* 27 e 28 de maio
"Sekhem-Seichin-Reiki, SKHM"
Rio de Janeiro
 
 
* 30, 31 e 01 de junho
"Introdução a Maestria do Eu Sou" - Arcanjo Miguel
Rio de Janeiro
 
 
* 06, 07 e 08 de junho
"Método Melchizedek 1 e 2" 
Rio de Janeiro
 
 
* 20, 21 e 22 de junho
"Método Melchizedek 3 e 4" 
Rio de Janeiro
 
 
* 27, 28 e 29 de junho
"Método Melchizedek 1 e 2"
Pedro Leopoldo, MG
 
 
* 12 e 13 de julho
"Portal Radiônico"
São Paulo
 
 
* 01, 02 e 03 de agosto
"Método Melchizedek 1 e 2"
Curitiba
 
 
* 19, 20 e 21 de setembro 
"Método Melchizedek 1 e 2 "
Brasilia 
 
 
 
* Informações sobre atendimentos clínicos
 
 
SINOPSE DOS CURSOS:  
 
 
 
 
MAGNIFIED HEALING        
 
      
 
    Consiste em uma técnica de cura e meditação que estabelece um fluxo constante de energia do nosso  coração até a Fonte de Deus,  Coração do Pai Céu, passando por todos os centros energéticos/espirituais (chakras) indo até o Diamante no Coração Mãe Terra.
    Esta conexão,  nos traz um profundo estado de graça, plenitude, amor incondicional, transmutações intensas, e muito mais, nos permitindo curas profundas.
     Magnified Healing ou "Cura Magnificada" foi o nome escolhido por Mãe Kwan Yin para denominar esta ferramenta de cura. Mãe Kuan Yin é a porta-voz da hierarquia para transmitir MAGNIFIED HEALING neste momento para toda a humanidade. A energia é criada e maximizada por Deus. Kwan Yin enfatiza que não criou esta cura, mas que Deus nos deu de presente. Ela é conhecida como a Deusa da Misericórdia e da Compaixão, que são alguns de seus atributos Perfeitos. 
      É a padroeira das crianças e do parto. Pode-se invocar a sua assistência para superar as tendências de criar discórdia.

Conteúdo do Curso de MAGNIFIED HEALING:

* Meditação para adquirir poder;
*Alinhamento dos Centros espirituais/energéticos - chakras;
*Limpeza do Canal ou Pilar de Luz;
*Ancoramento de energia das mãos;
*Sensibilizar, despertar, reativar e conectar o Sistema Nervoso;
*Examinar/ curar o corpo e estimular o cálcio na espinha;
*Cura à distância (individual e grupo);
*Cura da Terra;
*Cura do Carma e expansão da Chama Trina;
*Preparação para ascensão;
*Iniciação da Coroa, Mãos e Coração com Essência de Flores;
*Certificação como Mestre- Professor de Magnified Healing.
 
Material incluso:
.Apostila;
.Certificado;
.Cd de meditação;
.Essência floral.
 
 
Cidade: Rio de Janeiro
Local: Barra
Data: 07 de maio
Quarta-feira de 9hs as 19hs
Contato: Thalita 21 9147-2014
              thalita.shanti@uol.com.br
 




Método Melchizedek

Nível 1 & Nível 2 Combinados

 

 By Alton Kamadon ( Australia)
   

Palavras do Mestre Thoth:

 

"O Método Melchizedek é muito mais do que uma técnica de ativação de corpo de luz, de cura e de rejuvenescimento. É uma nova fórmula completa para a saúde do corpo, harmonia e ascensão espiritual."
"Ao morrer, percorre-se o mesmo espaço-tempo-contínuo que o adiantado corpo de luz quando se procura iluminação e ascensão. O ato físico final, ao voltar-se ao corpo de luz, é o de estender-se para abraçar o corpo físico em amor e mesclar-se com o corpo de luz. Ele se dissolve em amor!"

Os ensinamentos do Método Melchizedek combinam com a antiga sabedoria do Egito, dos Maias, dos Hebreus e da Kaballah.

Os ensinamentos do Método Melchizedek são apresentados em cursos de Nível 1 e 2 Combinados, que ensinam e demonstram na prática uma nova forma revolucionária de cura física, emocional, mental, etérica e espiritual, de reversão de idade e de ativação do corpo de luz, entre outros benefícios. Praticadas primeiramente na Terra nos antigos tempos de Atlântida e apresentadas ao homem pelos cetáceos – golfinhos e baleias dos templos de auto-descoberta e aprendizados elevados, as técnicas do Método Melchizedek foram presenteadas à Terra em Agosto de 1997 pelo grande Mestre Thoth através de Alton Kamadon.
A base de todas as técnicas do Método Melchizedek é a ativação do Merkaba Holográfico do Amor de Campo de Luz Rotacional, que desperta a consciência esférica. Isso faz crescer a vibração do quociente de luz da estrutura atômica celular da pessoa. Uma vez ativado, as capacidades de cura de um praticante são expandidas mil vezes. O coração desperta e se torna mais aberto ao amor incondicional durante as sessões de cura e se estende ao longo da vida normal.
O Método Melchizedek cria um constante fluxo de energia de amor, do coração à Fonte de Deus e ao centro cardíaco da Terra. Por essa ligação, é permitido captar-se as energias espirituais da Fonte de Deus e do coração juntos, manifestando uma elevada freqüência energética de cura amorosa, que faz elevar o corpo humano e os corpos etéricos a um estado de receptividade à cura e ao rejuvenescimento. Acessos a formas-pensamento e emoções originais são então possíveis nesse estado, completando essa poderosa experiência.

Nível 1

Os ensinamentos originais de Nível 1 compreendem as técnicas básicas de ascensão, mas extremamente poderosas, que nos permitem ativar o Merkaba de Três Respirações do Holograma do Amor de Corpo de Luz, dessa forma conduzindo para a cura, limpeza e rejuvenescimento dos sete corpos externos, do corpo físico, do sistema nervoso, do coração, sangue, sistema imunológico, chácras, músculos, estrutura óssea, órgãos internos, olhos, ouvidos, nariz, pele, glândulas pineal e pituitária e muito mais. Nós aprendemos e trabalhamos, também, com diagnóstico de pulso, fluxo de chi, pontos meridianos, maus hábitos, consciência de abundância, formas-pensamento e emoções e técnicas de regeneração corporal e de reversão de idade.
Durante o Nível 1 somos apresentados ao Merkaba Holográfico do Amor e depois para o Triplo Merkaba Holográfico do Amor, que provam ser poderosos campos de luz rotacional. O Merkaba Orbital do Amor nos conduz a um salto quântico além desses três primeiros conceitos. Há um ponto na ativação do Merkaba Orbital quando acontece uma rotação automática de raios de luz nos chácras, que permite ativar o que é conhecido como uma rotação de pulso. Isso é como jogar uma super carga num motor de um carro. Ocorre uma onda instantânea de vibração de energia e luz que penetra o corpo. A pessoa sente um grande formigamento por todo o corpo com uma extraordinária alta vibração de amor e luz.
Os Mestres Ascensionados afirmaram que o Merkaba Orbital do Amor é “mil vezes” mais poderoso do que qualquer coisa que tenhamos anteriormente experienciado. Tenho a dizer que pela minha própria experiência isso parece ser válido e verdadeiro. Thoth mencionou isso somente agora porque não estávamos aptos a rotacionar os campos de luz do nosso Merkaba rápido o suficiente para ascensionar, mas pela introdução do Merkaba Orbital, a espinha se abre em 360 graus despejando a luz por ela e mesclando magneticamente o Corpo de Luz Adam Kadmon no físico. Uma vez ativado o Merkaba Orbital, expande-se mil vezes as capacidades de auto-cura e outras. As novas técnicas avançadas de cura combinadas com a vibração orbital de luz, tornam-se sem dúvida uma ferramenta muito poderosa.

No Nível 1 está incluído:

·          Compreendendo a Freqüência do Tempo Natural;
·          Ativação dos Chácras com o Holograma Triplo do Amor em Freqüência do Tempo Natural;
·          A Mudra da nova consciência holográfica de unidade;
·          Ativação do sistema glandular com o Holograma Triplo do Amor;
·          Acesso ao tempo espaço contínuo com esferas    holográficas;
·          Bilocação holográfica;
·          Gravação das chaves das cinco linguagens sagradas;
·          Ativação de sete Hologramas Triplos do Amor
·          Ativação da antiga Cruz Egípcia – Ankh, pelo ponto zero;
·          Técnica de manifestação holográfica do plexo solar pela Contagem 33

Nível 2

O Nível 2 apresenta avanços em todas as técnicas anteriores. É um salto quântico do Nível 1 e será experienciado como preparação de uma verdadeira mestria espiritual na consciência ascensional. Somos conduzidos a um extraordinário leque de sabedoria mestre, dada diretamente para este plano terrestre, permitindo a todos os participantes dos workshops/seminários realizarem esse grande salto quântico em suas evoluções. O Nível 2 apresenta um padrão de onda cósmica mental, permitindo perceber-se e criar-se a realidade de luz divina e de amor incondicional da Quinta Dimensão. Permite ao cérebro ativar por si mesmo câmaras ainda sem uso, fazendo com que uma elevada sabedoria e experiências, magneticamente, se manifestem diante de você. O santuário interno da sua mente é aberto para permitir que uma consciência cósmica seja experienciada. Quando isso acontece, a freqüência do corpo físico é elevada mil vezes na sua estrutura celular. O seu coração se abre e a vibração de unidade do amor cósmico é experienciada. O projeto da sua criação passa a ter, então, acesso mais fácil, permitindo que perfeição e equilíbrio sejam manifestados pelo uso das extraordinárias poderosas novas técnicas avançadas de cura holográfica.

O Nível 2 inclui:   

·          A ativação do Merkaba Holográfico Orbital do Corpo de Amor e Luz;
·          Trabalhar com o Raio de Platina;
·          A Velocidade de Deus;
·          Merkaba Holograma Triplo com rotações orbitais, cores, raios e discos;
·          Avançando o tempo espaço contínuo com o Merkaba Orbital;
·          Experienciando o magnetismo do amor com o Merkaba Orbital;
·          Ativações do sistema glandular com cristais holográficos;
·          A Chave Pirâmide Gizé - Esfinge e a Conexão Orion - O Quinto Elemento;
·          Meditação Orbital da Kabbalah;
·          Teleportação e levitação Orbital;
·          Técnica Orbital de Abundância;
·          O Elemental do Corpo e os Computadores Corporais Orbitais;
·          Técnica de Cura pelo Padrão de Divisão Orbital do Corpo;
·          O Caduceu Orbital e os Cinco Elementos;
·          Cura com raios de Freqüência de Luz/Cor e Som Silencioso;
·          Equilíbrio Orbital da Espinha e Chácras;
·          Ativação Orbital do Projeto Divino Original;
·          Cura em Grupo com o Holograma Orbital;
·          Amplificar o Corpo de Luz Adam Kadmon Grau 33 com raios rotacionais de luz colorida;
·          Abertura do coração para a vibração cósmica total de amor incondicional.


Desejo tudo de melhor para você na sua jornada espiritual e agradeço o seu interesse para com esta nova modalidade. Meus votos de que todos os seus sonhos de Ascensão tornem-se a sua nova permanente realidade!

   Alton Kamadon


      
              
           Cidade:  São Paulo
           Local: Pinheiros             
           Data:  09, 10 e 11 de maio
           Sexta - de 14hs às 20hs
           Sábado - das 09:00 às 18:00
           Domingo – das 09:00 às 18:00           
           Contato: Thalita - (21)9147-2014
                            thalita.shanti@uol.com.br

        Cidade: Rio de Janeiro
           Local: Barra da Tijuca          
           Data: 06, 07 e 08 de junho
           Sexta - de 14hs às 20hs
           Sábado - das 09:00 às 18:00
           Domingo – das 09:00 às 18:00           
           Contato: Thalita - (21)9147-2014
                            thalita.shanti@uol.com.br




         Cidade: Pedro Leopoldo, MG         
           Data: 27, 28 e 29 de junho
           Sexta - de 14hs às 20hs
           Sábado - das 09:00 às 18:00
           Domingo – das 09:00 às 18:00           
           Contato: Thalita - (21)9147-2014
                            thalita.shanti@uol.com.br

        Cidade: Curitiba        
           Data: 01, 02 e 03 de agosto
           Sexta - de 14hs às 20hs
           Sábado - das 09:00 às 18:00
           Domingo – das 09:00 às 18:00           
           Contato: Thalita - (21)9147-2014
                            thalita.shanti@uol.com.br










  












      Cidade: Brasilia
           Data: 19, 20 e 21 de setembro
           Sexta - de 14hs às 20hs
           Sábado - das 09:00 às 18:00
           Domingo – das 09:00 às 18:00           
           Contato: Thalita - (21)9147-2014
                            thalita.shanti@uol.com.br





 
                 

Método Melchizedek

Nível 3 & Nível 4 

Combinados

 
O Nível Três do Método Melchizedek pode ser descrito como uma iniciação à Ordem Kamadon de Mestria e ao Templo Kamadonn de Aprendizado Superior, Sabedoria e Conhecimento do Amor Incondicional de Deus através do novo Merkabah de Unidade doe Amor.
Há muitos níveis de vibração superior dentro da Ordem Melchizedek de Mestria e Kamadon é uma destas ordens superiores de mestria.  
 
Começaremos com o ensinamento do Merkabah de Unidade, uma progressão natural do Merkabah Orbital do Nível Dois. A partir de então, vamos encampar muitas das técnicas dos níveis Um e Dois, juntamente com o Merkabah de Unidade o que, certamente, será uma experiência muito forte.
 
Trabalharemos constantemente com os 33 chakras e com o 33o grau do corpo de luz Adam Kadmon. Serão apresentadas várias novas técnicas de meditações as quais prefiro manter em segredo. Não vamos criar nenhuma expectativa que não seja um silencioso entusiasmo, porque isso de nada serve quando você entrar nas câmaras e passagens secretas de Kamadon.
Cada dia lhe ajudará a construir o nível da sua freqüência de luz e de amor até o dia da conclusão, quando você experimentará uma iniciação de três horas na Mestria Kamadon de Amor Incondicional, entrando em meditação na mais elevada vibração do Templo Kamadon do Amor.
 
O Nível Três do Método Melchizedek será apresentado pelos Anciões Melchizedek, que muitos de vocês exp