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quarta-feira, 30 de março de 2011

Há ferrugem nos versos

Esquinas íngremes,
quentes,
sem sobrenomes.

Ruas procuram palavras perdidas
ou revestidas de cores.

Casas com janelas sorridentes,
quebram o silêncio com melodias de dois tempos.

Solidão enferrujada,
Esquecida no terceiro andar,
Olha impaciente minhas cores refletindo alegria.

Um comentário:

Paulo Henrique disse...

Lindos versos.
parabéns.
PH