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quarta-feira, 29 de junho de 2011

QUANDO OS FILHOS CRESCEM (Valléria Gurgel)

Quando os filhos crescem
nada mais nos incomoda
Só a dor da solidão.

A vida adormece.Brinquedos outrora espalhados pelo chão
Estão no canto do armário
Parecendo um relicário
Objetos sem razão.

Quando os filhos crescem
A casa se torna grande
Como a recordação,
Lembranças infindas
De um tempo que foi lindo
Que embora sorrindo
Lágrimas agora vão acaindo
O passado não volta...

Quando os filhos crescem
é sinal de dever cumprido
Vitória, satisfação;
É saudade n coração!

* Valleria Gurgel
valleriagurgel@yahoo.com.br

sexta-feira, 24 de junho de 2011

“4º. POÇOS DE CALDAS JAZZ E BLUES FESTIVAL ABRE JULHOFEST DA CIDADE”


“Jam Session do 4º Poços de Caldas Jazz & Blues Festival foi transferida para Praça José Affonso Junqueira perto da Fonte Luminosa”

Com os ingressos já disponíveis em pontos de vendas e on-line através do site oficial do evento www.jazzbluespocosdecaldas.com.br os amantes dos Blues e do Jazz já podem garantir suas presenças para ouvir de perto alguns dos maiores nomes do estilo do Brasil e dos Estados Unidos.

O 4º Poços de Caldas Jazz & Blues Festival abre a temporada de inverno e da programação do Julhofest que promete para este ano grandes novidades. Com shows nacionais e internacionais o Festival traz pela primeira vez uma artista feminina. Badi Assad, uma das vozes mais importantes do Jazz, pela primeira vez vai ser apresentar em Poços de Caldas no noite do dia 08 de julho (dedicado ao Jazz!), às 22:00 horas no Teatro da Urca. Badi Assad: cantora e violonista de fama internacional, nos palcos, revela-se uma das artistas mais completas e virtuoses do momento. 

Com o encanto de uma diva, ela canta, toca violão, dança e transforma seu próprio corpo numa percussão – tudo ao mesmo tempo! Nesta mesma noite o Festival conta com a presença eletrizante do baixo do músico Nána Maran que aproveita para lançar seu primeiro CD “INSTRUMENTAL SEM FRONTEIRA”, resultado de um projeto que teve início em 2007, chamado “Instrumental Jazz Brasil” liderado por Naná Maran em parceria com os músicos Eduardo Sueitt, Raphael Du Valle e Rodrigo de Almeida, e posteriormente, João Paulo Ayres, passando a se chamar “Naná Maran Grupo”. 

No dia 09 (sábado) a noite será dedicada ao Blues em grande estilo com a presença dos músicos Marcelo Naves é hoje considerado um dos maiores gaitistas de Blues do Brasil. Seu estilo é comparado aos grandes gaitistas de Chicago. 

Já se apresentou ao lado de grandes nomes do Blues. Ao lado do violinista Danilo Simi, lança seu primeiro disco solo, “Minha Gaita É Meu Patrão”, acompanhado de sua Banda Os Maquinistas do Blues. 

Foi a grande revelação do VI Festival Internacional de Harmonicas, que aconteceu em 2007 no Sesc Pompéia e no Oi Blues By Night na edição de 2009. Nos intervalos dos shows o público vai poder aproveitar para tomar um drinque e degustar um petisco no Rota Bar e Eventos que montará um bar perto das árvores (fora da Urca) exclusivamente para atender os participantes do Festival. 

E o grande show internacional com “Dave Riley e Bob Corritore” encerra o 4º Poços de Caldas Jazz & Blues Festival com um show imperdível às 22:00h na Urca.  

Já a Jam Session que iria acontecer na Fepasa vai ser realizada na Praça da Luminosa ao ar livre e aberto ao público dia 10 de julho, a partir das 10:00h. Em torno de 6 bandas já estão inscritas para participar do Encontro.  

O 4º. Poços de Caldas Jazz & Blues é uma realização da GSC Eventos Especiais e da Bluesmouth Produções Artísticas. Conta com o patrocínio da DME Distribuição, VilleVisage Clínica Integrada e New York Bar.  Informações na GSC pelo (35) 3697 1551 ou com Luciano Boca (35) 8426  3213.

Legendas das Fotos:
Show dos Festival vão repetir sucesso de 2010.

terça-feira, 21 de junho de 2011

DIA DOS NAMORADOS


Li em algum lugar que o conceito de amor foi reformulado ao longo dos séculos. Pensei: claro, cada pessoa tem seu jeito de ver as coisas. Eu, por exemplo, desde criança achei que namoro era mais uma questão de amizade, afinidade ou mesmo comodismo; talvez a vontade de exibir alguém por aí. 

Casamento, definitivamente, nunca aprovei.

Pode ser um resultado da minha criação, já que minha mãe e meu pai nunca se entenderam e ficaram juntos por falta de coragem e opção.

Não fui um garoto que se apaixonou pela professora, pela prima ou pela melhor amiga. Não. Diante dos outros caras, eu até questionava minha dificuldade de gostar de alguém; talvez meu corpo não tivesse química suficiente ou fosse frio demais. Então, sempre fiquei por ficar…

Certa tarde, saí do trabalho mais cedo. Sentia cansaço e os livros que levava comigo pesavam duas vezes mais do que o peso real.

Ajeitei minha pasta e resolvi sentar na praça. Não sei o que me levou a ficar ali. Sou muito irrequieto para apreciar uma tarde de sol sob as copas de uma azaleia. Mas nem sempre a gente faz o que acha que é parte da nossa natureza. E comportamento é uma coisa que muda, concorda?

Aparentemente era um dia como outro qualquer. Aquela rotina de quem trabalha e estuda e volta para um apartamento vazio no fim da noite. Sou do interior e vim para a capital de Minas quando passei no vestibular.

A minha cabeça estava cheia, eu pensava nas provas da semana seguinte. Carregava aqueles cinco livros desde o fim de semana passado e ainda não dominava nem um terço do conteúdo necessário para ser aprovado nas disciplinas. Faltava um semestre para concluir o curso de Direito. Eu ganhava bem como vendedor numa empresa de informática, só que pretendia advogar e aprendi que se a gente não corre atrás do que quer, acaba perdendo a motivação pra viver.

Em alguns minutos, vi gente de todo o tipo. Idosos, crianças, namorados, pessoas certamente fazendo cooper por ordem médica, mulheres correndo para manter a forma. E foi acompanhando o voo das abelhas entre as flores, algo poético demais para um cara seco como eu, que de repente a vi.

Estava sozinha. Também carregava uma pilha de livros. O cabelo castanho e ondulado preso num rabo de cavalo. Corpo esguio, calça jeans cinza, blusa e o tênis azul. Ela parou para pegar um pedaço de papel dentro do último livro, olhou de um lado e de outro como quem procura um endereço.

Parecia em dúvida. Distraiu-se e acabou por tropeçar. Os livros foram parar longe. Obedeci a um impulso quando me levantei do banco de cimento e venci a distância entre nós. De repente, ajudá-la era só o que importava naquele momento.
Ela me olhou agradecida quando estendi a mão para que se levantasse. Rasgou a calça no joelho. Vi que sentia dor. Quase da minha altura, os olhos pretos como os meus e a pele num tom de moreno mais claro.

Amigável, sorriu. Um sorriso lindo e luminoso. Explicou que procurava um cursinho pré-vestibular. Por coincidência, ficava em frente à faculdade onde eu estudava. Eu a acompanhei até o ponto de ônibus. Quando nos despedimos, percebi que lembrava cada detalhe de seu rosto, no entanto, não sabia seu nome. Não pedi um telefone. Não fiz um gesto para conhecê-la melhor.

Frustrado, fui para a faculdade. Não ouvi a aula, porque pensava na moça. Como a vida tem seus próprios planos, nos encontramos dois dias depois, porque decidimos atravessar a mesma rua, no mesmo instante. O nome dela, Camila, o meu, Fernando.

Não posso dizer que acreditava em amor a primeira vista. Mas que senti alguma coisa desde o primeiro olhar, ah, eu senti… percebi que quando me l

levantei daquele banco para ajudá-la, fiz uma escolha.
Escolhas como as que fazemos todos os dias. Poderia permanecer indiferente, ficar na minha como em inúmeras situações. Se tivesse escolhido a primeira opção, talvez nunca conhecesse o amor da minha vida. Amanhã completamos um ano de namoro. O dia? 12 de junho!

O que posso dizer? Sou outro homem. E estou feliz. Feliz porque meus planos já não são apenas profissionais.

Tenho alguém que me espera em algum lugar. Alguém que reformulou meus conceitos e me fez conhecer um lado da vida que nunca imaginei possível.
Agora sei o que é sonhar, esperar e sentir juntos. Agora entendo a pressa de atender o telefone, o prazer de andar de mãos dadas, a vontade de descobrir, querer e realizar mais.

Fernando Pessoa já dizia: “Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar…” 

conheço o sentimento do poeta, porque minha vida é infinitamente melhor com você…

Se a mensagem não é de seu interesse, desculpe o transtorno. 
Luz e sucesso para todos! Saudações literárias, Bruna!

CARTA ASTRAL

Ninguém sabe que pela noite
Sou gata de telhado e de lua.
Que passei eternidades
Lambendo as minhas feridas,
Marcando territórios,
Os machos que abriguei são extintos
Os filhos que pari desapareceram.

Meus olhos já viram demais
Meu corpo é descomunal
Mas a minha mãe ainda chora acalantos
Reza por mim
E me dá as suas saias.

Não sabe que pelas noites
Tento sugar sua ferida
Tecendo um manto novo
Com meu próprio sangue.


Não sabe que a medida do meu corpo
Cobre a sua sombra
E que as minhas sete vidas
Estão mortas.



*Jennie Carrasco é poetisa equatoriana


jenniec55@gmail.com

LIBERDADE...LIBERDADE

O medo aprisiona a alma
entranhada nas garras
do amor que não se expande
na  escuridão de um ser

Solte as presas do abandono
da liberdade de expressão
encontre sempre a solução
do amor em seu passado

Sobrevive na angústia
no seu interior
Acomodado as ansiedades
liberte seu amor.


Traçados estão seus encantos
Sem curvas... Sem desavenças
Alcance então sua magia
desenrole sua aliança.

Encape sua circunstância
envolvendo seu pesadelo
Nas lágrimas de um ser
alienado ao seu coração.

Assiste sua beleza
vivendo sem preconceitos
A cada esquina uma alma
brilhando seu parecer.

Rosângela Álvares


sexta-feira, 17 de junho de 2011

TRIBUTO A IRACEMA RODRIGUES

TRIBUTO A
IRACEMA  RODRIGUES

Querida tia Iaiá (é assim que a  conhecemos !)

Seu sangue corre em minhas veias e seu exemplo está gravado em meu coração!

Minha avó paterna, também professora e educadora veio de um lar em que as três irmãs formaram-se no Magistério: Iracema Rodrigues (tia Iaiá), Maria de Nantes (tia Sinhá) e Evangelina Luisa (minha amada  avó Lili).

Quando ainda era pequenina, seu nome era ecoado pelos cantos da minha casa. Não a conheci, mas sempre a admirei, porque minha avó pronunciava o seu nome tão docemente, mas ao mesmo tempo com um tom de tanta responsabilidade que eu não conseguia entender. Só entendi a dimensão de tudo isso muito tempo depois...

Sempre senti esse desejo de expressar tudo o que sinto e o orgulho que tenho em ser sua sobrinha-neta.

Iracema Rodrigues foi uma mulher notável e corajosa, de uma personalidade forte, mas extremamente amorosa, muito à frente de seu tempo e sua vida foi paltada e dedicada à educação das crianças e jovens.

Foi uma revolucionária da inclusão: em uma época em que estudar na capital mineira era um desafio (estrada de terra... o dia todo viajando em um ônibus desconfortável ), ela foi até Ibirité, na Fazenda do Rosário, para aprender com a psicóloga  russa, Helena Antipoff, como trabalhar  de uma maneira diversificada as habilidades dos alunos e assim contribuir para a aprendizagem de uma forma natural e criativa, valorizando seus dons e talentos.

E trouxe  para  a nossa região atividades escolares que uniam comunidade e escola: a horta na escola, a biblioteca, a contabilidade entre as crianças, as aulas de educação física ligada aos jogos e muitos outros registros que tive a oportunidade de ver pelas fotos que meus tios guardam com tanto carinho.

Graduou-se no Curso Normal (hoje,  Magistério)  no Colégio Imaculada Conceição e posteriormente tornou-se uma supervisora preocupada com os rumos da educação.

Aposentou-se como diretora da Escola Estadual Dom Pedro I (lá também era chamada carinhosamente de Dona Iaiá!).

Além de tudo isso também dedicou-se à música (era pianista e compositora).

Meu pai – Manoel Rodrigues de Oliveira – seguiu seguiu seus passos e dedicou-se também à Educação, como professor (de matemática e biologia na Escola Agrícola, hoje Instituto Federal Sul de Minas, Campus Machado) e diretor da antiga Escola de Comércio.

Quando entro na Escola Estadual Iracema Rodrigues, todas as manhãs, olho para o  quadro com a sua foto  e fico pensando em como ela ficaria feliz e orgulhosa ao ver que o espaço – construído pelos irmãos Lassalistas (desbravadores da educação e baluartes da formação integral dos jovens machadenses) – está dividido com a sua história de amor e dedicação ao povo machadense, ambos com o mesmo objetivo de formar, educar e preparar os jovens para  a cidadania e formação profissional, contribuindo para um mundo melhor.

Continuo seguindo os seus passos, os de minha avó e os de meu pai. Embora em áreas diferentes, lutamos pelo mesmo ideal, com o mesmo amor que tiveram e têm todos os educadores.
 Vislumbramos melhoria, dignidade e valorização para a  nossa profissão, respeito ao nosso trabalho que é todo de dedicação, perseverança   e  formação  dos futuros cidadãos.

*Staell Signoretti (foto) é professora de Inglês (Machado-MG) 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Nossa moderna “incivilidade” (Carlos Lúcio Gontijo )

Não é preciso mais estar em seu próprio território para uma nação declarar guerra a outro país. Obama, presidente norte-americano, estava no Brasil e, entre um drinque e outro nos convescotes que lhe programaram junto ao governo brasileiro, ordenou o ataque de suas forças militares à Líbia, com o objetivo de desancar do poder o ditador Kadafi, que por algum tempo chegou a ser homem de confiança do Ocidente desorientado e guiado tão-somente por interesses econômicos.
          Depois, não demorou muito, e lá estava Obama abrindo espaço na mídia mundial para anunciar (e comemorar) a morte do terrorista Bin Laden, elevado à condição de inimigo número um da nação mais poderosa do maltratado e devastado planeta Terra. E o interessante de tudo é que a nossa moderna “incivilidade” festejava casamento de príncipe na Inglaterra e, sem pestanejar, mergulhou na morte de Bin Laden comemorada pelos norte-americanos à moda de qualquer grupo humano da era das cavernas, na base do olho por olho, dente por dente.
          Mais adiante, deparamo-nos com a subida da popularidade de Obama nas pesquisas, com o mandatário da nação que se coloca como xerife do mundo ungindo no sangue do inimigo declarado a sua pretensão de se reeleger, quando a mesma se lhe apresentava sob sérios riscos de não acontecer. Todavia, essa notória violência de Estado da qual falamos pode ser detectada em todos os países do mundo, uma vez que ela se dá de maneira variada e embebida em cruéis sutilezas.
          No Brasil, por exemplo, a violência oficialmente praticada se estende desde a impunidade a crimes de corrupção praticados por agentes públicos legalmente constituídos, passando pela falta de democratização do acesso a ensino de qualidade, pela precariedade do transporte oferecido às grandes massas, pelo simulacro de moradia habitada pelas camadas menos favorecidas e pela deficiência na assistência médico-hospitalar aos que podem contar apenas com o socorro da rede pública de saúde.
          Afirmamos, sem medo algum de incorrer em equívoco explícito, que se situa na questão da saúde o maior drama experimentado pelos brasileiros, pois os pobres costumam se virar de alguma forma na luta pela sobrevivência, mas não o podem fazer quando são atingidos por doenças, moléstias, endemias ou graves acidentes que lhes impedem o trabalho suado e mal remunerado que lhes garante o sustento.
         Quase nada do que nos rodeia escapa da moderna incivilidade, que erigiu um tempo em que se tornou comum os pais sepultarem seus filhos ceifados pela droga fartamente oferecida nas esquinas, em meio às vitrines iluminadas pelo neon da hipocrisia e ideologias que se alimentam de si mesmas, pois que escassas de verdadeira procura de soluções, as quais exigem o efetivo exercício do amor ao próximo proclamado (e praticado) por Jesus Cristo, filho de Deus, que não se fez de rogado quando a audácia dos vendilhões do templo lhe obrigaram ao uso do chicote no lugar das palavras.
        Enfim, a triste constatação é que, enquanto estivermos assistindo ao digladiar de bandidos e mocinhos de ocasião ou nos entregarmos a matrimoniais contos de fadas monárquicos, continuaremos a ver as riquezas e especiarias com que a natureza e a força de trabalho de todos os homens e mulheres abasteceram (e abastecem) a Terra sendo carreadas para as privilegiadas e excludentes mãos de sempre.
          Carlos Lúcio Gontijo
          Poeta, escritor e jornalista

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Fala Escritor: um grande Sarau para comemorar 20 edições... (

Poesia e bate papo descontraído, regado a música, nas vozes de Belpa Mariani - divulgando seu primeiro CD - e Sávio Andrade, que promete Pocket Show de música e poesia, tendo como temática central O AMOR.

Em clima de romance, convidamos poetas, declamadores, recitalistas e principalmente escritores e seus rascunhos, o amor literalmente no ar, a poesia embalando a noite em mais uma edição que promete ser especial…

Atrações:

A cantora Belpa lançou seu primeiro CD no dia 22/12/2010, no Ciranda Café e logo em seguida fez um show no Teatro Eva Hertz, na Livraria Cultura. O disco, produzido por Kiko Souza e com composições de Márcio Valverde, teve os arranjos preparados por diversos músicos, como Duarte Velloso, Júlio Figueredo e Luciano Bahia. 

As 11 faixas, de acordo com Belpa, refletem sua própria vida e, juntas, são como uma colcha de fuxico, com diversos segmentos e com a essencial participação dos instrumentistas que a ajudaram nesse importante passo na carreira. No CD, as faixas estão divididas em samba, bolero, chula, pop, valsa… Se lhe perguntarem qual estilo canta, ela responde rapidamente: MPB, porque é muito vasta. Mas curte o que toca, o que emociona…

Sávio Andrade é cantor e toca violão desde os oito anos de idade. Ele começou seu trabalho musical nos palcos baianos em 2004, com o show choir Coronlaine, regido pelo maestro Cícero Alves Filho, tendo participado de diversos musicais com o grupo e de uma turnê nos Estados Unidos em 2005. Fez shows nos teatros Sesi e Acbeu, acompanhado pelo pianista e regente Eduardo Torres e pela pianista Kalinca Liss, sempre cantando o amor através de composições de Chico Buarque, Tom Jobim, Ivan Lins, Djavan, Vinícius de Moraes. 

É vocalista da Banda Compassos, na qual interpreta com muita harmonia e inglês impecável standards americanos de ícones como Nat King Cole, Frank Sinatra, Tony Bennett, Al Jareau, bem como canções de Elton John, Michael Jackson, George Michael e Michael Buble. Suas apresentações são sempre permeadas por muita poesia, outra grande paixão…

Novidade
Estará presente nesta edição a Academia de Cultura da Bahia, representada por seu presidente Benjamin Batista, que convidará a todos para a cerimônia de posse dos novos acadêmicos, a ser realizada em 17 de junho na Capela da Faculdade Dois de Julho. Na mesma cerimônia de posse, será lançado mais um número da Revista da Academia.

O Fala Escritor foi idealizado pelo historiador Leandro de Assis e tem apoio dos jornalistas Carlos Souza, Cymar Gaivota e Valdeck Almeida de Jesus, da filósofa Fau Ferreira, do poeta e compositor Pinho Sannasc e da Administradora Renata Rimet.

Serviço
O que: Fala Escritor
Onde: Livraria Saraiva Shopping Iguatemi (Espaço Glauber Rocha).
Quando: Dia 11 de junho (sábado), a partir das 18h.
Entrada: Gratuita
Informações: (71) 8805-4708 / 8122-7231


Fontes:


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Lidere-se. Você é muito melhor do que imagina.

Cada pessoa tem o potencial e o talento para Liderar sua própria vida basta acreditar em si mesmo e entender que sucesso não “cai do céu" é preciso entender o contexto em que está inserido e projetar cenários através de planejar e entrar em ação. Confiras as dicas.
É verdade. Você não acredita? Então leia até o final.
Conheço muitas pessoas que me perguntam nas sessões de Coaching:
- Por que minha carreira não “decola”?

Vamos analisar algumas hipóteses antes de darmos uma resposta à pergunta acima:
1. Você não está exercendo os seus TALENTOS, conseqüentemente, não vive sua carreira todos os dias com PAIXÃO. Você faz o que faz, por obrigação, para pagar as contas, apenas.
2. Você não se conhece muito bem. Adota comportamentos que afastam as pessoas de você e por isso, ninguém lhe abre as portas. Você não tem controle emocional.
3. Você é apenas mais um na imensidão de pessoas que oferecem a mesma coisa que você.
4. Sua auto-estima é baixa e, portanto, as pessoas “espertinhas” acabam explorando e manipulando você.
5. Você se desgasta dando mais às pessoas do que recebe em troca.
6. Você não faz network.
7. Ninguém sabe o que você faz só a sua mãe.
8. Você resiste às mudanças e não está “antenado” com as tendências.
9. Você não estuda. Não tem tempo, pois, está correndo atrás de trabalho o tempo todo.
10. Você não sabe o que quer, não tem objetivo.

Agora responda às perguntas abaixo:
1. Alguém na sua área fez ou faz sucesso com algo semelhante ao que você oferece ou quer oferecer?
2. Que problema do seu cliente você soluciona?
3. Alguém com a mesma formação, sexo, condição financeira e cultural que a sua, fez sucesso no mesmo mercado que você está inserido?
4. O seu mercado está preparado para as suas idéias? São abertos? Preconceituosos?Resistentes?
5. O que as pessoas comentam sobre você e o seu trabalho?

É importante entender o contexto do mercado em que você está inserido, baseado em fatos e não em crenças ou suposições criadas por você.
Muitas vezes acreditamos em alguns projetos e sonhos, mas nem sempre somos compreendidos ou aceitos pelo mercado em que estamos inseridos profissionalmente e neste caso, você tem as alternativas de: 

a) acreditar em seu sonho e continuar perseverando tendo a consciência de que pode demorar muito a colher os frutos. Exemplo disso é o Nietzsche, influente filosofo alemão cujas idéias e livros fizeram sucesso 200 anos após a sua morte. Ele se autodenominava autor póstumo e dizia que seus leitores estavam para nascer. 

b) parte para uma outra área, mercado ou país, onde possa colocar suas idéias sem tanta dificuldade e ser recebido de braços abertos em função da possibilidade desse novo mercado ter mais maturidade para entender você.
Algumas situações são reais e você deve ter consciência delas e das dificuldades que irá enfrentar.

NÃO FANTASIE O SUCESSO, ele será fruto e resultado de disciplina, perseverança e paixão. Onde estiver seu coração, lá estará o seu SUCESSO. Mas não espere que TODAS AS PESSOAS GOSTEM DE VOCÊ OU ACATEM ÀS SUAS IDÉIAS E PROJETOS. Às vezes nem seus amigos o apoiam.

Agora vamos traçar um PLANO DE AÇÃO para sua carreira DECOLAR:

1. AUTOCONHECIMENTO. Invista em conhecer os seus talentos, seu perfil comportamental e liberte-se de suas crenças limitantes e dos “espertinhos” que manipulam você e sua autoestima.

2. REDES SOCIAIS. Participe das redes sociais, escreva artigos, coloque vídeos e fale de você para um grupo que quer lhe escutar. Participe de grupos de discussão, troque informações.

3. SOCIABILIZAÇÃO. Participe de eventos sociais e culturais, aceite convites, pois, é uma forma de você ampliar sua rede de contatos. Reserve um tempo para você e seus amigos. Promova almoço de negócios com seus amigos profissionais pelo menos a cada 15 dias. Dê atenção aos seus amigos. Compartilhe informações de interesse.

4. COMUNICAÇÃO. Comunique as suas conquistas, o que você vem fazendo. Fale mais de você. Não tenha medo de parecer “exibido”, pois, seus amigos o avisarão se isto ocorrer e você com certeza tem bom senso. Tem gente que diz que não gosta de fazer marketing e que quem quiser que o procure. Esta atitude, apesar de parecer de uma pessoa modesta e humilde, é muito arrogante. Pressupor que as pessoas o acharão sem você se expor é típico de quem já fez muito e chegou ao TOPO, mesmo assim conheço muitos profissionais que estão no TOPO e continuam divulgando as soluções que oferece a seus clientes.

5. INOVAÇÃO. Antecipe as tendências, tenha um diferencial que o torna único no que faz, seja pelo tema que você aborda, pela maneira como aborda ou como aplica seus serviços.

6. DAR E RECEBER. Mantenha o equilíbrio entre aprender a receber a ajuda de outras pessoas e, também ajudar outras pessoas.

7. PLANEJAMENTO. Saiba exatamente onde e quando quer chegar e prepare-se para isso. Acompanhe o seu desenvolvimento. Tenha cronograma de ações, controle financeiro de suas despesas e receitas, faça um histórico de suas conquistas e resultados.

8. CONHECIMENTO. Estude muito. Leia livros, revistas e conheça quem são os principais autores que contribuem para a sua área. Participe de eventos e convenções e troque cartões de visitas com os participantes de eventos. Faça cursos. Continue estudando e aprendendo.

9. ÉTICA. Não traia os seus princípios e valores. Acredite, apesar dos maus exemplos, é possível sim ter SUCESSO e ser ético.

10. AÇÃO. Tire seus projetos do papel e comece hoje mesmo a procurar as oportunidades que estão todas espalhadas por aí, apenas esperando por você, basta prestar atenção e ter FOCO EM SOLUÇÃO.
Agora é com você fazer a sua carreira “DECOLAR”.


Por: Marynês Pereira
Fonte: Newsletters Administradores.com