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terça-feira, 19 de março de 2013

O VELEIRO (Zumar Tamburu)


Na fúria do mar sedento,
Adentro...
Navegava sem parar
Cortando ondas enormes
Que parecia querer tragá-lo

Com a força da natureza
Regendo sobre ele
Querendo competir
Com o frágil veleiro
Que parecia resistir

Que sem força foi tragado
É lançado sobre a rocha
Pois o frágil veleiro
O mar quebrou...

Com as gigantescas ondas
Que batiam sem cessar
Sobre a rocha sem parar
Como quisesse furar

Perdido... Entre lágrimas
Que derramava sobre o mar
Espera um dia te encontrar
Pois o veleiro solitário
Está a te esperar
(Zumar Tamburu)

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