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quinta-feira, 4 de julho de 2013

ANTIGAMENTE...


-A policia não precisava investigar a policia. O Futebol não tinha cacarecos, covardes e mercenários e nem grandes equipes corriam riscos de cair para uma divisão interior
-Professor não precisava ensinar caráter e educação, os alunos traziam de casa, do berço, do lar, da família, de próprio acervo grupal
-As louras na sua maioria eram mesmo de verdade e as atitudes valiam mais do que água oxigenada
-Bandidos não lucravam com o crime organizado do capital público nos antros privados (como em Samparaguai, o Estado Máfia), a título de falso modernismo em privatizações-roubos que foram privatarias e também foram suspeita destruição do patrimônio público (o neoliberalismo amoral e inumano do cínico estado mínimo promovendo o neoescravismo)
-A televisão não concorria com campos de nudismo
-Jovens liam de tudo
-Os pobres eram honestos
-Amigos da escola eram as autoridades constituídas, não amigos do alheio querendo faturar com a terceirização neoescravista de neoliberais  em vergonhosos tempos ímprobos de propriedades roubos
-Professor ganhava igual juiz
-Chuchu era trivial e comum, nascia e crescia em monturos, não era adjetivo próprio para tentar qualificar o inqualificável ou criar falsas marmeladas político-eleitoreiras de pinóquios de chuchu
-Álcool era uma coisa de uso mais civilizado
-Jogador de futebol honrava a camisa do seu time de coração e sonhava a seleção para morrer pela pátria de chuteiras
-Grife era uma coisa que não significava nada e o conteúdo valia muito mais como essência sem rótulo ou máscara
-Você sabia quem era quem, e quem não era ninguém ou só queria aparecer em seara alheia
-A imprensa era ética e jogava no time da democracia social por uma gama brasileirinha que fosse também brasileiríssima
-Novela era sempre um conto de fadas com ótimo astral e ótimo humor
-Poesia era coisa linda e chique, saia em colunas de jornais, e se dizia assim em alto e bom tom com  garbo e fundo musical escolhido pela alma.

-Também, claro não havia Abecedário de nada, pois o verdadeiro caminho suave era o prazer de viver e amar, e ser feliz era o que queríamos com as mãos limpas e o espírito tranquilo


Poeta Silas Correa Leite

Um comentário:

Leila Bomfim disse...

Olá poeta as coisas mudaram muito mesmo. Muita coisa se perdeu pelo caminho da modernidade. Ótimo texto.
Leila