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quarta-feira, 29 de maio de 2013

AQUELE BEIJO (Viviane Schiller Balau)


Aquele beijo
Quero senti,
Aquele beijo teu... Loucamente
Acariciar teu corpo
Cheio de desejo,
E querer-te para sempre.
Há meu amor vem saciar todo
Esse querer descontente
De não ter você
Sempre comigo!
Queira deixar- te um beijo
Acariciando meu rosto,
Na nossa longa despedida
Que não tem fim nenhum
Para acabar, nessa vida.


VIVIANE SCHILLER BALAU

SOLITÁRIO


Solitário

Não sei por que ainda vivo!
Na ilusão de te querer.
Se sei que tu és o meu eterno padecer.

Quantas e quantas noites...
... eu solitário fico a pensar!
Nesse amor que só eu amo...
E que jamais vai mudar, o teu jeito de ser!
Ou seja, que jamais vás me querer.

Preciso educar meu coração.
Para que ele sabia...
Que ninguém é dono de ninguém.
E se ele sofre por ti!
Certamente sofreras por alguém.
Que talvez não te ame também.
Vivaldo Terres é poeta em Itajaí
e-mail: vivaldo.terres@yahoo.com.br 

SAPATILHAS DE CRISTAL

Sapatilhas de Cristal
                  I
Uma linda bailarina,
Com suas sapatilhas azuis,
Dançando na chuva,
Molhando seus cabelos morenos,
Sorrindo para o mundo,
Pois sua vida era dançar,
Pelos palcos dos sonhos, a sonhar.
                 II
Um belo dia ela sofreu um acidente,
E seus sonhos jorraram em lágrimas,
Foi tudo descendo pela encosta de um rio poluído,
Seus sonhos foram amarelados com o tempo.
Nunca mais pode dançar.
Só dançava nos seus sonhos
Interior, que o tempo não pode apagar.
                III
Um belo dia ela se foi para o País
Dos mundos desolados,
Onde não se vê sua vida terrena.
Foi embora do planeta terra,
Levando seus sonhos em sua maleta
Suas sapatilhas de cristal.
E deixou aqui na terra duas bailarinas lindas:
Suas duas filhas.

Betinho Meira
  2.013/30.04
LRoberto Meira  
betinhomeira@gmail.com

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cornélia Franco Caixeta


Cornélia Franco Caixeta nasceu na Fazenda Serra Negra, em Machado, sul de Minas, em 1933. Cresceu em Campinas-SP. Aos 14 anos teve seu primeiro contato com as Letras quando fazia um Curso de Declamação (Interpretação).
Retornou para Machado em 1953. Lançou 6 livros sobre poemas e estórias de vida:

“Assim me Contaram”, publicado novamente, porém com o título “Palavras Semeadas”; “Janela da Esperança”, “Atitude que Transformam”, “Éramos 13”, “Quadros da Vida” e “Manaaim, uma grande Estória de Esperança”.

A autora é casada com Isaltino P. Caixeta. Tem 5 filhos – Ivan, Jarbas, Márcio, Isaltino, Lídia e 10 netos.

Em entrevista cedida ao Fanzine Episódio Cultural, no dia 25 de maio de 2010,  Cornélia disse que tem em andamento um livro de história infantil.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

JOSÉ ANTÔNIO MARIN (UMA VIDA DEDICADA ÀS ARTES E AO CARNAVAL)



JOSÉ ANTÔNIO MARIN
(UMA VIDA DEDICADA ÀS ARTES E AO CARNAVAL)

José Antônio Marin nasceu no ano de 1954, em Poço Fundo-MG. Filho de pai italiano e mãe turca começou a trabalhar a partir dos 8 anos. Foi carroceiro, agricultor, gari e vendedor de doces. 
Aos 20 anos aprendeu a lidar com Estética Capilar num salão de beleza administrado por sua irmã. Por ter adotado os cabelos compridos sofreu humilhações tornando-se uma pessoa isolada. Apredeu a arte de desenhar tendo como modelo  sua amiga Pepeca Braga.

No Colégio Agrícola, em Rio das Pedras (SP), cortava os cabelos dos internos e  bordava em camisetas para sobreviver. Mais tarde partiu para a capital onde trabalhou com tapeçaria. Durante 2 anos morou em São Carlos do Pinhal (SP) onde  trabalhou com o famoso cabeleireiro  Odacir.  

De volta à Poço Fundo, José teve seus primeiros contados com escolas de samba da região onde passou não só a desfilar, mas a fornecer fantasias para as mesmas e convidar destaques para enaltecê-las.
Foi nessa época que conheceu Jorginho Diniz, diretor da Escola de Samba  machadense “A Voz do Morro” onde passou a desfilar. 

Anos depois, ingressou-se na “Acadêmicos do Samba” permanecendo por 20 anos.
Em meados de 1980, realizou o primeiro desfile de fantasia no Clube dos 30 sob a direção de Costa Neta e José Cláudio. Em 1999, com o apoio da então secretária da Educação e Cultura Maria José Gonçalves e do ex-Prefeito José Miguel, organizou um desfile de fantasia no Poli-Esportivo Tancredo Neves.

Na capital de São Paulo, desfilou na Vai-Vai, Barroca da Zona Sul, Rosas de Ouro, Mocidade Alegre, Camisa-Verde e Braco e águia de Ouro, além de outras agremiações da grande metrópole.
No Rio de Janeiro, foi destaque – no decorrer de 10 anos – nas Escolas de Samba: Viradouro e Vila Isabel. Em 2010, com o objetivo de revitalizar o carnaval machadense, fundou a Escola de Samba Acadêmicos do Lago.

José Antônio Marin é artista plástico influenciado pelo “Cubismo”, arte criada por Cândido Portinari. Seus quadros já foram expostos na região sul de Minas e na cidade paulista de Embu das Artes.
O apresentador e escritor Jô Soares foi agraciado com um quadro oferecido poe el.

“Antigamente as pessoas levavam confetes, serpentinas e crianças para verem o carnaval. Hoje, elas levam revólveres e urinam nas beiradas das portas.”
 (José Marin  /carnavalesco natural de Poço Fundo-MG)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

NO AMANHECER (Sonia Nogueira)

*No Amanhecer 

O sol tímido por detrás da serra
Mostrava no olhar ainda sonâmbulo,
Silêncio e sossego que a paz encerra,
Estática a pedra, sonho relâmpago.

Toda vegetação ainda confabula,
O vento parou pra compartilhar
Do momento sereno que rotula
Na tela, a natureza, o verbo amar.

Na janela o silêncio, vento sopra,
Vi na estrada sem passos, sem rumo,
A ave sedenta o bico molhava,
No verde da água bebendo o sumo.

Senti a beleza na arte da criação,
Na singeleza o comando da mão.

Sonia Nogueira

Agradeço

Abraços.

 
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Deus princípio e fim.
 
*Livros: Livraria Mandacaru - Floriano Peixoto,756
- Nas Entrelinhas-sonetos - Pequena May, juvenil
- No Reino de Sininho, infantil
- Datas Comemorativas em Poesias
- Eu Poesia Contos e Crônicas