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sexta-feira, 28 de junho de 2013

EVA


Nada me desespera..
Nada corrompe minha memória..
Nem vazio sinto..
Porque sei que vc me espera...
bjs

Meditação ao Tocantins

debruço-me em sua amurada
alto de álcool, ébrio de versos
memórias das tardes quentes
de olhos arenosos e rubros
garganta seca de gorjeios
caminhada pausada à borda
pendente na ponta dos dedos
a lata de líquido loiro
meu amor não me ensinou
a ser simples como um barquino
deslizando nas águas dos ríos
que bem banham marabá


SAUDADE




Cheguei tarde e não a encontrei.
A casa estava repleta de ausência; 
Vasculhei em todos os cantos na esperança
De encontrar vestígios do sua presença.

Fui ao jardim e só encontrei flores melancólicas;
A grama estava encharcada de lágrimas...
Ah, se eu pudesse voltar e remediar o que eu disse!
Palavras são como adagas que ferem,
Que marcam por toda vida.

Parei diante do espelho e não vi meu reflexo;
Com certeza partiu cheio de vergonha deste miserável avatar.
Resolvi então sair daquele inferno silencioso
Sentei-me na calçada e chorei...

Subitamente uma mão tocou-me o ombro,
Por um instante minha alma voltou a sorrir.
Mas aquela súbita presença foi se dissipando,
Era a saudade que veio se despedir de mim.

 (Agamenon Troyan)

UMA GRANDE FESTA


Percorri aldeias...
Percorri cidades...
A procura desse amor primeiro
Mesmo sem a conhecer eu sentia seu cheiro.

Em meu coração ela já morava...
Seguia-me sempre aonde eu andava.
Vivia comigo sem nada falar.
Mas no seu silêncio e no meu caminho...
eu tinha esperança de um dia a encontrar.

E foi um dia, numa grande festa...
que fui convidado a recitar.
Recitei poemas para quem ama...
E também recitei para quem deixou de amar...

E nesse dia uma bela jovem
olhou para mim e atirou-me uma flor,
E foi também nesse dia...
Que parei de procurá-la...
Pois encontrei meu grande e único amor!

Vivaldo Terres Poeta
vivaldo.terres71@gmail.com

quinta-feira, 27 de junho de 2013

SER MÃE

Ser mãe é ser o amor,
Destilados em gotinhas de luz,
É ser paz, esperança...
É esquecer de si mesma.
Não esquecendo Jesus.

Embora que o filho
Em que ela colocou
Toda esperança envolva-se
Com drogas ou com a criminalidade.

Assim mesmo ela continua
Destilando estas mesmas gotinhas
Sobre ele,
Pois o julga digno de piedade.

Mãe este ser sobre-humano,
Cujo nosso vocábulo é...
...impotente para defini-la!
Nós devemos muitos a mesma,
Pois é ela que nos da vida!
 
Vivaldo Terres é poeta e contista em Itajaí
e-mail: vivaldo.terres@yahoo.com.br

CONFISSÃO


Amei-te
Não pelas promessas
que nunca fizestes
Nem pelos beijos
que guardas
nos impenetráveis lábios.
Amei-te
por esse sorriso
insuperável
que nada promete
mas que oferece o céu

Denis Koulentianos

DESEJOS

Há um céu de silêncios
e um mar de mistérios
em teus olhos
Entretanto, a distância
levanta ardentes
desejos de posse
deixando intata
a doce pele de tua mão.

MÃE

Como és bendita,
Quando amamentas.
Ou quando em preces
Rogas ao nosso pai,
Pedindo forças,
Pois a luta é árdua.
Por isso oras.
Pois sabes que com a...
... oração tudo vencerás.

Jesus o mestre,
O fiel amigo,
Que não nos deixa
Jamais desamparados,
Além de nos dar
A força necessária,
Ainda muitas das vezes
Sem merecermos!
Perdoa-nos os pecados.

Mas ao nasceres com
A missão sublime
De ser mãe,
Encheres a terra
E a mesma iluminar.

Por isso oras,
Pois sabes que Jesus,
É fiel e que nunca,
Nunca te desamparará.

Vivaldo Terres é poeta em Itajaí
e-mail: vivaldo.terres71@gmail.com

Poetastro

Criticam-se a Poezia.
Fasem xacota
da formúla de escrevinhar dus poetaz.
Zonbam dus devaneius
du escrevinhador de sentimentiu.
Querem rotulá os bãos e os maus poetador.
Quem que é o juís
que sigura o martelete
pra impo ordem?
O rimador tem que agradá à quem?
O que inporta
é qui o versejador,
cum poezia intimista ou não,
conciga se fazi entendê e toqui o corassão de quem lê ele.
(poema ou “não poema” dedicado aos intelectuais de boteco que se acham melhores do que os mortais)

Neida Rocha

neidarocha@terra.com.br

quarta-feira, 26 de junho de 2013

POLÍTICAS SEMPRE POLÍTICA

Ando muito a pensar sobre políticas – e é das políticas que todos vivemos. Seja ela em que instância for – governamental, trabalhista, religiosa, na comunidade, no lar e até mesmo sexual.
Nas diferentes esferas sempre acontece de alguém sobressair mais que outros, ou seja, o espírito de liderança é notado, seguido de carisma – pois somente assim se tem o que chamamos de poder nas mãos. E é por esse poder que muitos lutam – e em algum lugar algum dia eu li que enquanto peixes pequenos brigam para sobreviver, os grandes esperam pacientemente para abocanhá-los. É assim a vida.
No âmbito governamental, seja municipal, estadual ou federal, a questão é sempre a mesma: tentar administrar, e da melhor maneira possível, os bens públicos – um velho discurso que já conhecemos de longa data. E estes bens públicos pertencem a todos, mas poucos têm acesso a eles. Lembram de nós sim, mas em épocas oportunas – principalmente dos menos favorecidos.
Prometem mundos e fundos – frase interessante, mas pouco se faz; pouco se constrói. Lemos nos jornais e revistas, ouvimos pelos rádios e tevês as promessas – promessas e mais promessas – mas na hora sabemos muito bem o que acontece, com raras exceções, pois não se deve castigar todos os homens e mulheres públicos.
E, antes de continuar, um pequeno lembrete: temos que estar atentos aos canais de comunicação, pois nem tudo que se publica pode nos oferecer a veracidade dos fatos. Logo, é interessante ouvir em vários canais de comunicação o mesmo assunto e depois tirar as conclusões. Também devemos lembrar que em tudo há os interesses dos veículos de comunicação junto aos órgãos governamentais – pois é inegável tal afirmativa, além do interesse (ou visão) de quem transmite a notícia.
Retomando, no trabalho há uma política avassaladora, às vezes punitiva, ameaçadora. Ameaçadora do ponto de vista de ser demitido. E vale lembrar, ainda, que em tempos difíceis manter-se calado é a melhor opção, isto é: manter-se no emprego.
Em políticas religiosas, independente da religião a que se tenha de defender, todas possuem as suas próprias políticas – e sempre pregando por uma busca de um Ser Superior, mas que também venha a nós o vosso reino. Interessante – um pingo, uma letra.
Nas comunidades escolares, por exemplo, acontecem as primeiras políticas, e vamos dizer: a criança já está de frente com a política a partir do Grêmio Estudantil – que na maioria das vezes não funciona – mas tem que ser eleito, é lei federal e deve ser realizado anualmente nos primeiros quarenta dias de aula. E pior: quando as crianças estão se empolgando, aparecem os dirigentes de estabelecimentos educacionais, os ‘tais diretores’, e cortam o que eles pretendiam fazer. Não lhes dão espaço – como estou cansado de ver. E, no final do ano, quando dizem fazer as tais avaliações da instituição para saber o que funcionou ou não, apontam o Grêmio como uma que não funcionou – por quê? Será que já se perguntaram? É melhor deixá-los pensar que acham que estão fazendo o correto. Ah! Meu Deus! Poderia citar outras atividades dentro das comunidades – como as organizações de bairros. Mas, caminhemos.
No lar existe uma política intensa: o pai tentando puxar para o lado dele, a mãe tentando puxar para o lado dela – são os filhos também tentando. Discussões contínuas: políticas que muitas vezes são necessárias; vezes acabam bem, outras vezes não. Mas somente assim que conseguem viver, ou tentam.
Finalizando, o sexo também é uma política: sexo primeiro, amor depois; amor primeiro, sexo depois – não é o que diz a canção? E assim estamos desde o tempo em que mundo é mundo – e assim vai para a eternidade. Vamos para a eternidade fazendo política – ninguém vive sem ela! (04/04/2013)    

– Pedro César Alves é professor e jornalista, MTb nº 71.527 / SP,  membro da UBE – União Brasileira de Escritores. 

Contato:
aallcceeppee@terra.com.br

quinta-feira, 20 de junho de 2013

VENCENDO AS BARREIRAS DA VIDA (Luiz Carlos da Costa)


Luiz Carlos da Costa (o Luizinho), filho do cearense Manoel Simão da Costa “o Badu”, e da mineira Nair Rodrigues da Costa, nasceu no bairro da Lapa, em São Paulo, capital, em 24 de agosto de 1978.
Iniciou sua carreira profissional como vendedor de picolé. Aos 14 anos teve seu primeiro emprego registrado como office-boy em uma empresa de telecomunicações, em São Paulo. 
Aos 18 anos mudou-se para Carvalhópolis-MG onde trabalhou por 7 anos como encarregado do setor administrativo da Prefeitura. Dali atuou como representante comercial e vendedor (Casas Pernambucanas e Magazine Luíza).

Em 2010 formou-se em Administração pela FUMESC, e, em 2011, concluiu sua pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios. 
Nestes dois últimos anos, atuou como professor substituto nas áreas de Consultoria, Recursos Humanos e Marketing pela mesma instituição.

Por sua eloqüência, Luiz foi convidado a desenvolver um projeto para a criação de um Centro de Atendimento ao Aluno e implantá-lo na mesma faculdade. Depois, a convite da Direção, passou a ministrar palestras motivacionais e vocacionais em outras cidades da região: Turvolândia, Cordislândia, Alfenas, Serrania, Alterosa, Campos Gerais, Pouso Alegre, Campos do Meio, Poço Fundo, São João da Mata, Espírito Santo do Dourado, Botelhos e Boa Esperança

Consumidor voraz de livros, Luiz começou a amadurecer a idéia de escrever sua primeira obra intitulada “Vencendo as Barreiras da Vida” –, um livro que narra a história de sua vida: as dificuldades financeiras e de saúde; a força de sua fé e superação.

Eleito vereador em Carvalhópolis, em 2012, apresentou 2 projetos que foram reprovados por total falta de apoio: o primeiro sugeria a criação de um fundo de ajuda aos alunos carentes que queiram cursar uma faculdade. Neste projeto, 12% do salário de cada vereador seria destinado à manutenção desse fundo e às doações de bolsas aos alunos selecionados.

O segundo isentava a população do pagamento de entrada na festa de aniversário da cidade. Suas novos projetos serão apresentados nas áreas de meio-ambiente, esporte, cultura, lazer e trabalho.

Luiz está há dois anos está no Pastifício Santa Amália onde trabalha como analista de projetos e custos. Casado há 16 anos com Graciana Gomes da Silva Costa, tem dois filhos dessa união: Juan Carlos, Gomes da Costa, 15; e Raul Carlos Gomes da Costa, 10.

Contato:


segunda-feira, 17 de junho de 2013

LENNON OU McCARTNEY? (Alysson Almeida)


LENNON OU McCARTNEY?

*Alysson Almeida

Como qualquer beatlemaníaco que se preze, que chama os quatro rapazes de Liverpool pelo primeiro nome, e que defende com unhas e dentes até os piores momentos (se é que existem!) do “Fab Four”, escolher um dos quatro como o beatle favorito se torna uma tarefa hercúlea.  

 Descrever a personalidade de cada um dentro do grupo se tornou estereotipada pela crítica através dos anos sendo John, o lirismo, Paul, a musicalidade, George, a espiritualidade e Ringo, o cara mais sortudo do mundo. Apesar de que, na minha humilde opinião, sempre achei que Ringo era o amor, que tornava coesa a química entre os quatro.


Fica fácil notar a polarização das atenções que sempre foram atribuídas à Lennon e McCartney, como forças criativas maiores dentro do grupo. 

Inicialmente parceiros, os dois foram se distanciando com o passar do tempo, mas nunca deixando a assinatura Lennon & McCartney se perder com este distanciamento.

Quando John Lennon se tornou mais introspectivo, amargo e até polêmico, talvez pela influência assumida de Bob Dylan, Paul McCartney demonstrava claros sinais de evolução no conhecimento musical, tanto teórico quanto prático, tornando os arranjos das músicas cada vez mais ricos e elaborados.

A concepção das canções a partir de Rubber Soul (1965) indicava claramente que ambos compunham sozinhos, e assinavam em dupla, vide a balada quase renascentista Michelle, de Paul, e as letras ácidas em Think for Yourself e The Word, de John.

Revolver (1966), Sgt, Pepper’s (1967) e Magical Mystery Tour (1967) intensificaram ainda mais esta individualidade, talvez pelo amadurecimento individual pelo qual estivessem passando, talvez pelo experimentalismo guiado pelas drogas ou ainda pelo cenário musical da época, que influenciava diretamente na exploração de outras paisagens sonoras, que convenhamos, deviam ser bem difíceis de ser compartilhadas em dupla, durante as “viagens”.

The Beatles (1968), conhecido como o Álbum Branco, selou definitivamente esta individualidade, apresentando-se como pequenas pílulas de meditação interna, de cada um, transformadas em música, transparecendo a mínima influência de um no trabalho do outro.

           Os próprios Beatles sentiram este distanciamento e tentaram voltar a ser uma “banda” com o projeto inicialmente intitulado Get Back, que mais tarde seria lançado como Let It Be, em 1970, como o canto dos cisnes do quarteto. O que deveria ser um resgate de volta às raízes do grupo, tornou-se uma via crucis de frente às câmeras, que mostraram as rusgas e os nervos à flor da pele pela introdução de um novo personagem, totalmente alheio ao modus operandi dos Beatles: Yoko Ono. Com a produção convulsiva de Phil Spector o projeto quase acabou de vez com a banda.

George Martin, eterno produtor dos Beatles, cita na antologia do quarteto, que os quatro o procuram lhe pedindo se ele não produziria mais um disco pra eles. Martin aceitou e produziu a obra prima Abbey Road, que em suas palavras “foi feito com um lado pra agradar John e o outro para agradar Paul”.

Depois do término dos Beatles todos os quatro iniciaram carreiras solo interessantes, sendo que Paul sempre foi o mais prolífico dos quatro, e John o mais combativo.
Todo mundo diz que John era mais rocker e Paul mais “meloso”. Contudo a música que definiu a carreira de John Lennon foi Imagine, uma balada romântica sobre paz e amor, enquanto que Paul, com seu disco mais famoso, Band On The Run (1973), brindou o mundo com um dos melhores discos de Rock and Roll de todos os tempos.

Em suma, se alguém perguntar John ou Paul? Eu fico com ambos, porque afinal de contas em um tempo em que tudo o que se precisava era o amor, os dois escreveram e compuseram sobre o tema como ninguém.

*Funcionário Público e Beatlemaníaco.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

LUIZ ALVES JR. (Biografia Literária)



Luiz Alves Jr., 39 anos, paulista de nascimento (Pirassununga), mineiro de criação (Poços de Caldas / Machado) e paranaense decoração (Curitiba), como ele mesmo se define. Graduado em Pedagogia pela Faculdade Internacional de Curitiba – Facinter.

Em 98, publicou o seu primeiro trabalho, um livro de poemas “O Caminho do Amanhã”, ao qual teve excelente aceitação por parte do público mineiro, em diversos segmentos. 

Em 99, lançou um de seus trabalhos na antologia poética “O Sonho”, sendo a mesma lançada na IX Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, pela Casa do Novo Autor e Litteris Editora.

Deu início a sua carreira por acaso, escrevendo versos em salas de aula que logo após fez-se conhecidos pelo público. Também escreveu pelas de teatro, contos e alguns romances, todos desconhecidos dos seus leitores. Em 2011, lançou mais um trabalho seu em outra antologia literária “E Por Falar em Amor” (Editora Litteris), além de participar de inúmeros concursos do país, se destacando em alguns.

Entrou para a Imprensa a convite de um grande amigo familiar, José Carlos Polli, na época, secretário de Imprensa do Município de Poços de Caldas, sendo proprietário do Jornal da Cidade, vindo a trabalhar anos mais tarde com o respeitado professor, José Vítor da Silva, da Folha Machadense, atuando significativamente no meio jornalístico fazendo inúmeras matérias de cunho investigativo após sua entrada no quadro societário do Jornal Gazeta das Geraes.

O autor residiu na capital paranaense por onze anos, desde dezembro de 1999 até abril de 2010, onde a partir de 2001 foi aceito como sócio emérito da ACPAI-Associação Cultural Paranaense do Autor Independente. 

Em junho de 2009, publicou o documentário “Olá Meu Bem!”, sendo amplamente divulgado em diversas mídias, tendo seu lançamento na I Bienal de Curitiba e fazendo uma apresentação no conjunto da obra na 28º Feira Literária Sesc/Pr.

Em 26 de janeiro de 2010, sua obra “Cansadas de Sofrer...” (Editora Comunicare), foi lançado na Casa da Cultura de Machado pela AML – Academia Machadense de Letras. Este livro de relatos verídicos é um trabalho de pesquisa voltado ao público feminino, por entender que elas são as que mais sofrem por amor.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

VANESSA SOUZA (biografia)




Vanessa Souza, filha de Aparecida Souza, nasceu em Campinas-SP, no dia 4 de abril de 1981. Formou-se em Técnicas de Segurança do Trabalho pela IFSul de Minas-Campus Machado.
Seu primeiro contato com o mundo dos palcos foi em meados de 1990, enquanto cursava o Ensino Fundamental. Posteriormente, a convite da Pastoral da Juventude, atuou  numa peça que retratava o caso “Nardoni” (2006).
Vanessa participou em mais de 10 esquetes (pequenas peças), enquanto a Pastoral organizava um novo retiro para jovens. Foi nessa ocasião que ela, juntamente com os demais integrantes formaram o Grupo de Teatro ArteManha.

O grupo, formado por Robson Leal Pereira (ator, dramaturgo), Douglas Soares (ator, diretor), Luana Codignole (atriz), Alexandra Severo (atriz), Gérson Alves (ator), Juliano Santos (ator, cenógrafo), e Vanessa de Souza (atriz, produtora), se aprofundou nos estudos teóricos e práticas teatrais (entonação, linguagem do corpo e interpretação), ministrados pelo professor e dramaturgo Anselmo Cesário (Alfenas-MG).

Os ensaios eram realizados num espaço cedido pela Paróquia Sagrada Família. O elenco já se apresentou no Festival de Teatro Luna Carneiro (Alfenas-MG) e no Teatro Íris de Paraguaçu-MG.

Outra grande paixão de Vanessa é a Congada: seu tio Francisco (Chiquinho) era integrante da guarnição; e sua mãe – membro da diretoria da “Associação dos Congadeiros de Machado”–, é uma das rainhas do cortejo.

Apesar de amar o teatro, Vanessa tem como principal objetivo focar a sua profissionalização.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

O QUE DIZER?

O QUE DIZER ?


      
O poeta não sabe
o que dizer ?
Diga "angústia" 
e o lápis começa
a chorar no papel...
Diga "coração"
e as ânsias começam
a borbulhar na garganta...
Mas o pensamento
é poderoso cúmplice:
diga "alegria"
e a esperança se abre
como uma janela ao sol.
 
 
Teresinka Pereira
tpereira@buckeye-express.com
 

O MESTRE (Vivaldo Terres)

O MESTRE

O Mestre pregou o amor...
Para nos libertar das trevas.
Isso porque somente o amor...
Com sua essência divina...
Nos transforma e nos fascina!

Fazendo-nos melhorar
Preparando-nos para um futuro de paz e luz
Com Jesus!

Só assim poderemos viver...
Felizes, sem inveja ou rancor.
Isso porque aquele que pregou...
O evangelho nos ensinou!

Que somente o amor,
Essa essência de luz...
Pode nos transformar.
E das trevas nos livrar,
Para seguir a Jesus!


Vivaldo Terres é poeta em Itajaí
vivaldo.terres71@gmail.com

"Chorando na Garoa: Memórias Musicais de São Paulo"

Esse trabalho de iniciativa pessoal, produzido inspirado na paixão pela música brasileira e, mais especialmente pelo choro, inicialmente, faz uma breve discussão com base bibliográfica sobre o cenário sócio-econômico do país ao longo do séc. XIX, fim do período colonial até a República, incluindo os primeiros anos do séc. XX, tempo este que é o cenário para o aparecimento do choro. 
A partir daí, traçamos um panorama dos elementos que darão origem a esse gênero musical, o nascimento do choro no Rio de Janeiro e seus principais personagens. Um espaço para a compreensão do choro em geral, incluindo verbetes dos grandes nomes.
                     Em seguida, apresenta uma visão resumida do contexto sócio-econômico da cidade de São Paulo e também das manifestações musicais que influenciaram e caracterizaram o choro paulista. Segue um levantamento dos nomes históricos do choro local. Um trabalho inédito, conforme é facilmente perceptível por pesquisa bibliográfica.
O livro traz verbetes explicativos sobre gêneros como o samba, o frevo, o jongo, o tango brasileiro, entre outros, assim como aborda, também, a vida dos seresteiros, de profundo vínculo com os chorões paulistas.
Para a segunda parte do livro, há 42 entrevistas com músicos, cantores e personagens participantes das rodas de choro em diversos pontos da cidade. 
O objetivo dessas entrevistas, envolvendo diferentes idades, foi coletar depoimentos pessoais sobre sua vida, carreira, influências, formas de tocar, arranjos, personagens, locais, eventos importantes e aspectos diferenciais do choroem São Paulo em relação a outros locais onde esse gênero se manifesta.
Entre os entrevistados, grandes nomes da música brasileira, como Izaías Bueno de Almeida, Laércio de Freitas, Toninho Carrasqueira, Milton Mori, Proveta, Danilo Brito, Luizinho 7 Cordas, Edmilson Capelupi, Guta do Pandeiro, Luis Nassif, o pesquisador e produtor J.L Ferrete, entre outros.
Nosso livro, com um total de 530 páginas, também tem a honra de contar com um texto de prefácio de autoria de Fernando Faro.
 
O Autor

José de Almeida Amaral Júnior é professor universitário na área de ciências sociais. Economista, pós- graduado em Sociologia e mestre em políticas de educação. Estudou clarinete na Universidade Livre de Música do Estado de São Paulo com o Maestro Portinho e o Maestro Roberto Bomílcar. Foi membro do grupo Choro & Canção do SESC/SP Consolação. É colunista da Rádio 9 de Julho AM, do Jornal O São Paulo, do Jornal Cantareira e do Jornal Mundo Lusíada.
 
Endereço para contato: chorandonagaroa@gmail.com
                                     
Para os interessados no momento: 
Livraria Cultura, o livro no suporte papel, para quem gosta de folhear:http://www.livrariacultura.com.br/Produto/LIVRO/CHORANDO-NA-GAROA/42122020
Ebook Cult Livrariahttp://www.ebookcult.com.br/produto/CHORANDO-NA-GAROA-160921?sid=1k0gvuon6u6v22u03jqpf3t9m2