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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Historias Pequeñas para Gente Grande (Martha Rosenthal)

Estimado Sr. Carlos Roberto de Souza
Academia Machadense de Letras  

Me complace enviarle lo siguiente para su publicación en su blog de la Academia Machadense de Letras.  Muchas gracias.
Martha Rosenthal

“Historias Pequeñas para Gente Grande” breves narraciones donde se abordan diversos temas. En cada historias, la autora, Martha Rosenthal, forja mundos donde se describe el sentimiento del hombre algunas veces truncados ya sea por la pacatería familiar o por los avatares del destino o su nobleza ante crudas verdades.
“Historias Pequeñas para Gente Grande” ocho cuentos que  expresan el sentir del alma y la calidez humana. 



The Little French

quarta-feira, 17 de julho de 2013

BOMBA ATÔMICA

BOMBA ATÔMICA,
NUNCA MAIS!
68 anos depois.

         Teresinka Pereira

Labaredas de fogo e um grande
cogumelo de fumaça
no espaço, na terra, na água.
Foi como o fim do mundo
para 220 mil japoneses mortos
e milhões mais, feridos
para toda a vida pela radiação.
Como uma estrela sangrenta
a bomba explodiu
sobre o povo inocente
por falta de sentimento
de humanidade de um presidente*
eleito para levar seu país
ao maior poder do mundo.
Agora, esperamos que o
remorso e a memória 
nunca mais deixe
atar fogo ås raízes do ódio
de um povo contra outro,
e que os desejos de paz
façam eliminar do planeta
todas as bombas existentes,
assim como todas por existir.

* O Presidente Harry Truman
dos Estados Unidos, autorizou
o lançamento da bomba atômica
sobre Hiroshima, a 6 de agosto de 1945
e sobre Nagasaki, a 9 de agosto
do mesmo ano.

terça-feira, 16 de julho de 2013

O DIA EM QUE RAPTARAM O PAPA (Roberto de Souza)



“O DIA EM QUE RAPTARAM O PAPA”
(Roberto de Souza)

Com o sucesso da estréia que ocorreu na noite de 11/07 no Shopping da Gávea (RJ), no sábado (13/07) fui prestigiar a peça “O Dia em que raptaram o Papa”, interpretada por grandes nomes da teledramaturgia brasileira como: Rogério Fróes (Senhora do Destino, Vale Tudo, O Bem Amado e Selva de Pedra), Débora Olivieri (O Profeta, Castelo Ra Tim bum, Toma Lá da Cá e Guerra dos Sexos), Marcos Breda (Sítio do Pica Pau Amarelo, Vamp, O Tempo e o Vento), Renato Rabelo (O Profeta, Cobras e Lagartos, Hilda Furacão e A viagem) e o machadense Fabio Bianchini (Ti Ti Ti, Dercy “de verdade”, Guerra dos Sexos e diversas campanhas publicitárias).

Com um texto inteligente escrito por João Bittencourt, a trama se passa na cidade de Nova York, durante uma visita do Papa à cidade, contando a história de um taxista judeu que, de repente, seqüestra o Pontífice e o leva pra casa onde mora com sua mulher e dois filhos. Tudo resulta numa grande confusão, que envolve desde os vizinhos aos chefes de Estado do mundo inteiro, em prol da paz mundial.

O espetáculo estreou na década de 70 no Rio fez um grande sucesso (é pura comédia). A montagem tem a direção precisa do renomado João Aguiar, grande publico e super divertido.

Grandes nomes do Teatro e Televisão estiveram presentes, como o diretor Wolf Maya e o ator e dublador Nizo Neto (filho do saudoso Chico Anísio, que interpretou o personagem “Seu Ptolomeu” na “Escolinha do Professor Raimundo”). Fabio Bianchini faz o Xerife que tenta de todas as maneiras libertar Vossa Santidade, o Papa.

Com uma excelente apresentação, a peça levou o publico a dar imensas gargalhadas, vale a pena conferir.
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O Dia em que Raptaram o Papa
Teatro Clara Nunes
Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea-RJ
Em cartas até Setembro

sexta-feira, 5 de julho de 2013

COLETIVA DE IMPRENSA MARCA LANÇAMENTO DO 6º. POÇOS DE CALDAS JAZZ & BLUES FESTIVAL


“Convidados internacionais recebem a imprensa hoje às 10 horas no Sá Rosa Café”


Para que a imprensa e convidados conheçam melhor os músicos internacionais que integram a programação do 6º. Poços de Caldas Jazz & Blues Festival, a organização do evento, agendou para hoje uma Coletiva de Imprensa, a partir das 10 horas, no Sá Rosa Café. 

Na oportunidade, os convidados falarão um pouco de suas carreiras e da paixão pelo Blues. Os músicos que estarão na cidade até dia 09 de julho, vão abrilhantar a noite de sábado, dia 06 de julho, a partir das 20 horas no Teatro da Urca. Será uma noite única e imperdível, segundo a organização do evento. 

“Para nós a realização do Festival esse ano foi mais complicada, porque não conseguimos captar os recursos necessários. Mas ainda assim o evento não vai perder seu brilho e sua força. Faremos apenas uma noite de shows, mas não será uma noite qualquer. Será “A” noite”, conta Luciano Boca idealizador do Festival.  Segundo a organização do evento, a expectativa é muito positiva. 

Os amantes do Blues e da boa música, sabem que terão uma noite inesquecível, já que os músicos convidados além de ícones vivos do Blues Americano, ainda estão vindo para o Brasil pela primeira vez e em Poços de Caldas, o que não deixa de ser uma privilégio para a cidade. 


Os interessados podem adquirir seus ingressos nos pontos de vendas em Poços de Caldas: Pró-Músico (R. Monsenhor Faria de Castro, 61 loja 01); Zuster (R. Rio de Janeiro, 357); Café Sá Rosa (R. Prefeito Chagas, 81 – Centro). 

Além disso, quem chegar de última hora poderá adquirir os ingressos na Bilheteria da Urca que estará aberta a partir das 15 horas, no sábado. 

O 6º. Poços de Caldas Jazz & Blues Festival, é uma realização da GSC Eventos Especiais e BluesMouth Produções e com patrocínio do DME Distribuição.

Um pouco sobre os gigantes do Blues:

Henry Gray - Lendário bluesman, remanescente da banda de Howlin’ Wolf, é a história viva dos “anos de ouro do blues”. Aos 88 anos, mais de 70 anos de carreira, Henry Gray chegou a gravar mais de 50 álbuns antológicos, trabalhou com os mais importantes artistas da história do Blues. Convidado para tocar no aniversário de 50 anos do cantor Mick Jagger.

Tail Dragger - Discípulo do mestre Howlin’ Wolf, grande cantor e entertainer, seu estilo “Lowdown” nos remete a magia dos night clubs, dos guetos do lado leste de Chicago. O próprio Howlin’ Wolf um dia disse: Este garoto vai tomar o meu lugar!
Bob Corritore – Tradicionalista, harmonicista e produtor com mais de 40 anos de harmônica, já trabalhou ao lado de muitos mestres, seu estilo “Downhome” já o levou a vencer os mais importantes prêmios do gênero.

Legenda Foto:
Tail Dragger fala com a imprensa hoje no Sá Rosa Café.

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Gisele Corrêa FerreiraDiretora

R. Prefeito Chagas, 305 sala 308
CEP 37701-010 Poços de Caldas MG
Tel (35) 3697 1551
Fax (35) 3697 1555
Cel (35) 9132 9901

Skype    gsceventos www.gsceventos.com.br


O OVO (Ivan Ferrettti Machado)


Ivan Ferretti Machado



O Remelão entrou pelo corredor do cortiço resmungando.

----Que tanto você resmunga Remelão -- Perguntou Dona Sebastiana, enquanto batia a roupa no tanque encostado ao beiral da casa.

----É por causa daquele fofoqueiro do Onofre. Vive falando pra todo mundo que aqui na vila tem um monte de gente usando tênis de mil reais e que se abrir a geladeira do infeliz não tem um ovo pra comer.

Dona Sebastiana olhou por debaixo do zoio e não falou nada.

----Qualquer dia vou dar uns murros na fuça dele só pra deixar de ser intrometido! --Concluiu Remelão.

Dona Sebastiana deu-lhe as costas e continuou esfregando a roupa. O Remelão abriu a porta do seu mocó e entrou.
Voltou logo em seguida e chamou pela Dona Sebastiana.

----Fala Remelão o que você quer agora. --Perguntou Dona Sebastiana.

----A Senhora não tem um ovo pra me emprestar, depois eu devolvo?

Dona Sebastiana pegou o cigarro que estava na beirada do muro, deu uma forte tragada e enquanto soltava a fumaça pelas narinas perguntou:

----Um ovo?... Você quer um ovo?...

----É... um ovo! A semana que vem eu devolvo!

Dona Sebastiana olhou de relance para o tênis novo do Remelão e novamente espiando por debaixo do zoio respondeu:

----Você é foda viu Remelão! Vou até ficar quieta! Nem vou falar nada!



                              Contato:
sarau-ferretti@hotmail.com

quinta-feira, 4 de julho de 2013

ANTIGAMENTE...


-A policia não precisava investigar a policia. O Futebol não tinha cacarecos, covardes e mercenários e nem grandes equipes corriam riscos de cair para uma divisão interior
-Professor não precisava ensinar caráter e educação, os alunos traziam de casa, do berço, do lar, da família, de próprio acervo grupal
-As louras na sua maioria eram mesmo de verdade e as atitudes valiam mais do que água oxigenada
-Bandidos não lucravam com o crime organizado do capital público nos antros privados (como em Samparaguai, o Estado Máfia), a título de falso modernismo em privatizações-roubos que foram privatarias e também foram suspeita destruição do patrimônio público (o neoliberalismo amoral e inumano do cínico estado mínimo promovendo o neoescravismo)
-A televisão não concorria com campos de nudismo
-Jovens liam de tudo
-Os pobres eram honestos
-Amigos da escola eram as autoridades constituídas, não amigos do alheio querendo faturar com a terceirização neoescravista de neoliberais  em vergonhosos tempos ímprobos de propriedades roubos
-Professor ganhava igual juiz
-Chuchu era trivial e comum, nascia e crescia em monturos, não era adjetivo próprio para tentar qualificar o inqualificável ou criar falsas marmeladas político-eleitoreiras de pinóquios de chuchu
-Álcool era uma coisa de uso mais civilizado
-Jogador de futebol honrava a camisa do seu time de coração e sonhava a seleção para morrer pela pátria de chuteiras
-Grife era uma coisa que não significava nada e o conteúdo valia muito mais como essência sem rótulo ou máscara
-Você sabia quem era quem, e quem não era ninguém ou só queria aparecer em seara alheia
-A imprensa era ética e jogava no time da democracia social por uma gama brasileirinha que fosse também brasileiríssima
-Novela era sempre um conto de fadas com ótimo astral e ótimo humor
-Poesia era coisa linda e chique, saia em colunas de jornais, e se dizia assim em alto e bom tom com  garbo e fundo musical escolhido pela alma.

-Também, claro não havia Abecedário de nada, pois o verdadeiro caminho suave era o prazer de viver e amar, e ser feliz era o que queríamos com as mãos limpas e o espírito tranquilo


Poeta Silas Correa Leite